segunda-feira, 12 de setembro de 2011

O Deus dos deuses

Todos não acreditam em
Deus da mesma maneira.

O Deus que eu conheço e amo
é Aquele de todas as possibilidades.

As pessoas não obtêm de Deus
o melhor para si porque
elas mesmas limitam
Sua ação nas suas vidas,
seja pelas descrenças,
seja pelas más crenças ou
pela indiferença.

Ele existe para muitos
seja quando recebem algo
extraordinário,
da ordem dos milagres,
seja quando algo muito ruim
acontece e precisam de alguém
para carregar a culpa.

Os porquês multiplicam-se
cada vez que uma catástrofe
acontece ou quando
assistimos as misérias em certas
partes do mundo,
onde os homens agem e não
assumem as conseqüências
dos próprios atos.

Sim...
nessas horas Deus existe
para muitas pessoas!!!

Existe também para aquelas
que se perguntam
por que suas orações não
são ouvidas quando recebem um
"não"
e persistem em não entender,
esquecendo-se que a Deus
não impomos nossas vontades,
mas nossos desejos.

E Ele torna-se invisível
quando o homem supera-se,
O vê apenas como um ser a
mais e não o Senhor
de todos os senhores e
Deus de todos os deuses.

As pessoas que
crêem demais em si,
crêem de menos
nAquele que as criou.

Em Deus
não cremos por conveniência,
porque Ele responde
positivamente ao
que desejamos ou não,
mas porque cremos.

E essa maneira de vê-Lo
influencia muito no nosso
relacionamento com
Ele e no nosso dia-a-dia.

Crer em Deus
verdadeiramente é crer
e amar acima de qualquer fato
ou circunstância,
de qualquer conveniência,
acima de todos os porquês
e acima de qualquer qualidade
ou possibilidade humana.

O Deus que eu amo me diz
"não"
de vez em quando e eu choro,
fico triste e desanimada
por instantes,
mas comigo mesma,
pois em relação a Ele meu
amor não muda,
continuo a amá-lo da mesma
forma e sei que é assim
que me ama também nas
vezes que entristeço
Seu coração.

Ele ama minha alma
independente dos meus atos
e esse amor me emociona,
me dirige e fortalece,
direciona minha vida.

Se as pessoas não colhem
os frutos que esperam
é porque talvez estejam
amando da maneira errada
ou têm uma visão distorcida
do Deus que tudo pode.

Não basta crer,
é preciso viver da crença,
é preciso entregar-se ao Grande
Amor como as criancinhas
abandonam-se inteiramente nos
braços da mãe em quem tanto
confiam ou a noite que se entrega
ao amanhecer sem
se perguntar porque e onde
foram parar as estrelas.

Quem crê, sabe.

TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 18 de Setembro de 2.011.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Onde estava Deus no dia 11 de Setembro de 2001?

Você diz que nunca irá se lembrar
de onde estava quando ouviu as notícias
de 11 de setembro de 2001.
Mas Eu não posso esquecer
aqueles rostos.

Eu estava no centésimo décimo andar,
numa sala cheia de fumaça,
quando um homem ligava para sua
esposa para dizer adeus.
Eu segurei a sua mão
firme enquanto ele discava.
Eu lhe dei a paz para dizer:
"Querida, eu não irei sobreviver,
mas está tudo bem...
Estou pronto para ir."

Eu estava com a sua esposa
quando ele ligou.
Enquanto ela servia o café da
manhã para as crianças,
eu a segurei enquanto
ela tentanva entender
suas palavras.
Então,
ela entendeu que ele não iria
voltar aquela noite.

Eu estava na escada do vigésimo
terceiro andar quando
ouvi uma mulher
clamando a Mim por ajuda.
Eu tenho batido à porta do seu
coração por 50 anos,
Eu disse.
Finalmente agora eu lhe
mostrarei o caminho de
volta para casa.
E completei:
" confie em Mim".

Eu estava no andar térreo
do prédio com um homem que
cuidava dos doentes e dos desesperados.
Eu o chamei para vir para casa cuidar
do seu rebanho no Céu.
Ao Me ouvir, Ele atendeu.

Eu estava naqueles quatro aviões,
em cada poltrona,
acompanhando cada oração.
Estava com toda a tripulação
quando eles foram sequestrados.
Estava presente no coração
dos que acreditavam em Mim,
consolando-os e tranqüilizando-os
com a certeza de que a
sua fé os salvara.

Eu estava em Washington,
no Texas, em Tóquio,
em Belo Horizonte, em São Paulo.
Estava ao seu lado quando ouviu
aquela notícia chocante.
Você pode me sentir?
Você sentiu a Minha presença?

Quero que saiba que vi cada
rosto e conhecia cada pessoa,
apesar de nem todas Me conhecerem.

Algumas Me encontraram
pela primeira vez no
octogésimo sexto andar.

Alguns clamaram
a Mim com seu último suspiro,
outros não Me ouviram guiando-os
pela fumaça e pelas chamas,
dizendo: "Venha a Mim...
Por aqui... Dê-Me a mão."
Alguns optaram,
naquele último momento,
por Me ignorar,
mas Eu estava lá.

Eu não permiti que você estivesse
nas Torres naquele dia.
Você talvez não saiba por quê,
mas Eu sei.
Entretanto,
se estivesse lá naquele
momento da explosão,
você teria recorrido a Mim?

Olha,
11 de setembro de 2001
não marcou o fim da sua jornada,
mas um dia ela chegará ao fim,
e Eu estarei ao seu lado também.

Busque-Me agora,
enquanto pode Me encontrar.
Aí vai estar "pronto para ir"
a qualquer momento.
Eu estarei junto com você nos
degraus finais da sua vida,
e um dia destes,
você estará comigo para sempre,
na minha casa,
mas enquanto este dia não chega,
saiba que eu seguro você
nas minhas mãos.

Apenas confiei em mim,
porque eu amo você.

OBS.:

Não encontramos a utoria do texto acima,
mas gostarámos de dar
os créditos merecidos a quem o escreveu.
Fineza nos informar através do e-mail:
mensagem@toninholima.com.br
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 11 de Setembro de 2.011.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Ceder

Por que será que nos
lamentamos tanto quando nos
decepcionamos,
perdemos e erramos?

O mundo não acaba quando
nos enganamos;
ele muda, talvez,
de direção.

Mas precisamos tirar partido
dos nossos erros.

Por que tudo teria que ser correto,
coerente, sem falhas?

As quedas fazem parte
da vida e do nosso
aprendizado dela.

Que dói, dói.
Ah! Isso não posso negar!
Dói no orgulho, principalmente.
E quanto mais gente envolvida,
mais nosso orgulho dói.

Portanto,
o humilhante não é cair,
mas permanecer
no chão enquanto a vida
continua seu curso.

O problema é que julgamos
o mundo segundo
nossa própria maneira
de olhar e nos esquecemos
que existem milhões e
milhões de olhares
diferentes do nosso.

Mas não está
obrigatoriamente errado
quem pensa diferente
da gente só porque pensa
diferente.
E nem obrigatoriamente
certo.

Todo mundo é livre de ver
e tirar suas próprias
conclusões sobre a vida
e sobre o mundo.

Às vezes acertamos,
outras erramos.
E somos normais assim.

Então,
numa discussão,
numa briga,
pare um segundo e pense:
"e se eu estiver errado?"
É uma possibilidade na qual
raramente queremos
pensar.

Nosso "eu" nos cega
muitas vezes.
Nosso ciúme,
nosso orgulho e até,
por que não,
nosso amor?

Não vemos o lado do outro
e nem queremos ver.

E somos assim,
muitas vezes injustos tanto
com o outro quanto
com a gente mesmo,
já que nos recusamos a
oportunidade de aprender alguma
coisa com alguém.

E é porque tanta gente se
mantém nessa
posição que existem desavenças,
guerras, separações.

Ninguém cede e as
pessoas acabam ficando
sozinhas.

E de que adianta ter
sempre razão,
saber de tudo,
se no fim o que nos resta
é a solidão?

Vida é partilha.

E não há partilha sem humildade,
sem generosidade,
sem amor no coração.

Na escola,
só aprendemos porque
somos conscientes de que
estamos lá porque não
sabemos ainda;
na vida é exatamente a
mesma coisa.

Se nos fecharmos,
se fecharmos nossa alma
e nosso coração,
nada vai entrar.

E será que conseguiremos nos
bastar a nós mesmos?

Eu duvido.

Não andamos em cordas
bambas o tempo todo,
mas às vezes é o único
meio de atravessar.

Somos bem mais resistentes
do que julgamos;
a própria vida nos ensina
a sobreviver,
viver sobre tudo e
sobretudo.

Nunca duvide do seu poder
de sobrevivência!
Se você duvida,
cai.

Aprenda com
o apóstolo Pedro que,
enquanto acreditou,
andou sobre o mar,
mas começou a afundar
quando sentiu medo.

Então,
afundar ou andar
sobre as águas?

Depende de nós,
depende de cada um
em particular.

Podemos nos unir em força
na oração para ajudar alguém,
mas só esse alguém pode
decidir a ter fé,
força e coragem para continuar
essa maravilhosa jornada
da vida.

TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 04 de Setembro de 2.011.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Onde está Jesus?

Quando pergunto onde
está Jesus,
é porque a minha insatisfação
está maior que a fé.

A minha insatisfação é reflexo
direto das expectativas
que eu criei,
e a frustração de não ver
as coisas se realizando,
como eu gostaria,
me levam a duvidar,
a me revoltar.

Jesus está cada dia
mais ativo,
nos braços dos que
acolhem os caídos,
na boca dos que levam uma
palavra de conforto,
nos olhos dos que olham para
os mais necessitados,
nos ouvidos de quem ouve quem
precisa desabafar,
nas mãos que seguram as
mãos desesperadas,
nos que visitam os presidiários,
lavam feridas,
cozinham para os famintos,
receitam para os doentes,
nos pés daqueles
que andam léguas para
atender o aflito.

E eu,
na minha insatisfação,
no meu egoísmo,
cego pela frustração de não ver
meus desejos atendidos,
me revolto contra Deus,
que não vejo,
e nem posso ver,
estou com a venda
nos olhos.

Venda da minha ignorância,
que procura e não acha,
que olha e não vê,
que sabe,
mas não entende,
que machuca a alma aflita,
que chora,
que anseia,
que pede para ser este Jesus,
que tudo confia,
e ser,
depoimento vivo de
que Ele vive,
vive em mim,
em você e em todo aquele
que entendeu,
que ser cristão não é seguir
normas e regulamentos,
é ser Jesus em cada gesto,
atitude e movimento,
na simplicidade de ser bondade,
justiça e amor,
e de tudo isso,
o amor é o que mais
representa o Cristo,
e amar é deitar na cama
do doente que não
entendemos,
vestir o sapato do familiar
que não compreendemos,
estar na fome do
pedinte que pede um
pedaço de pão,
encontrar e ser Jesus,
aquele que não morreu,
está vivo em cada um daqueles
que o descobriram,
e quem encontra Jesus,
jamais o esquece.

Eu acredito em você

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 28 de Agosto de 2.011.

sábado, 13 de agosto de 2011

As dores de Jó

Não entendo porque temos
de maneira geral
uma natureza tão negativa,
independentemente da
nossa personalidade.

Se para alguns
tudo é sempre bonito,
tudo é bom e se
o sol desaparece ele
vai voltar o que
quer que aconteça,
para outros,
os dias se seguem
uns depois dos outros,
apenas com horas repetidas
e cenas que se sucedem,
numa monotonia muda
e dolorida.

E para todo mundo,
as infelicidades
pesam cem vezes mais que
os momentos de alegriam
que arrebataram
nosso coração.

A dor é pesada e a
felicidade é leve.

As lágrimas de tristeza
apagam mais rápido
o que de bom aconteceu
e raros são os que têm a força
e coragem de dizer:
"perdi, mas tive"
"choro hoje mas
ontem dei gargalhadas"
ou
"a vida vale a pena mesmo
se sigo tropeçando."

Não creio!

Não posso acreditar
em 24 horas por
dia e 365 dias por ano
de dor infinita sem que
em algum momento
uma alegria tenha
tocado nosso coração nem
que seja de leve.

Deve existir,
como todo mundo de exceções,
uma infelicidade
assim grande e duradoura,
mas prefiro acreditar
que seja realmente uma
exceção e não uma fatalidade.

Conheço alguém
que colheu todas as mágoas
e dores possiveis reunidas
em um só ano,
como não acreditamos
que seja possível.

Mas ainda assim não se
pode dizer que a vida
seja uma sucessão de
coisas ruins sem dia,
sem raio de sol,
sem primavera e sem as
estrelas que nos olham
do alto.

Quem planta dores
colhe dez
vezes mais as mágoas
espalhadas pela vida,
que seja hoje,
que seja amanhã.

Isso é o reflexo natural das
coisas que se faz aqui e ali.

Mas duro mesmo é ver
colher lágrimas
quem com lágrimas semeia
o bem e o bom.
Duro é ver a injustiça
para os que partem
cedo demais,
sofrem cedo demais,
que não escolheram,
mas tiveram
suas cabeças apontadas.

Insuportável!...

Portanto,
a vida não escolhe e nos curvamos.
Nos apegamos
desesperadamente a uma
esperança futura que
encontramos quando olhamos
para a Cruz e
compreendemos que
Aquele que viveu a maior
injustiça foi perseguido,
cravado e coroado
de espinhos.

Todos os dias do ano não
são ruins ao todo.

Jó teve, perdeu,
chorou e foi recompensado
pela paciência e perseverança.

Há um amanhã que
nos aguarda
e acolhe a todo aquele
que não desespera.

Há e haverá um amanhã
e todo aquele que crer.

Este verá e viverá.

TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 21 de Agosto de 2.011.

Para os pais...

Ai de quem gerou uma
vida e abandonou pelo caminho.
Principalmente aquele que
deveria ser pai e fugiu.
Deixou uns bracinhos no ar,
a mãozinha estendida para
os primeiros passos,
a alegria de ouvir as primeiras
palavras,
quem sabe um "papai".

Pobre daquele que deixa de lado
a bendita oportunidade,
de transformar laços
antigos em amizade sólida,
que se perpetua pela eternidade,
laço inquebrantável,
de amor sedimentado,
remido e construído,
e para sempre agradável.

Laços eternos,
os que ligam pai e filho,
em uma sintonia de poucas
ou muitas palavras,
mas de gestos fortes,
olhos e brilho,
esperança e consolidação,
vidas que se sucedem,
geração que se renova,
vida que se perpetua.

Semente da Boa Nova.

Para os que em
meio a todos os problemas,
assumiram seus filhos com amor,
Deus reservou o melhor
dos presentes,
uma lembrança indelével na
genética perpetuada,
hierarquia divina e consagrada.

Pai que ama seus filhos,
terá no Livro da Vida,
o seu nome gravado.

Mais que mil moedas de ouro,
a recompensa que vale um tesouro,
é o reconhecimento de cada filho,
que todos os dias, leva exemplos do pai,
leva seu nome pelas ruas da cidade,
e a gratidão por toda a eternidade.

Feliz dias dos Pais
para quem não fugiu à sua
responsabilidade.

Eu acredito em você

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 14 de Agosto de 2.011.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O sol não te molestará de dia nem a lua de noite

Eu gostaria de caminhar sempre firme,
olhando para a frente,
sem hesitações,
sem dúvidas,
sem coração dolorido,
sem o cansaço da alma,
que pede repouso.

Pouco entendemos ou não
entendemos nada
das dificuldades que atravessamos.

Quando a questão é felicidade,
nem nos perguntamos,
não precisamos saber.

Mas viver dores é outra coisa.
Queremos saber por que,
o porquê,
queremos entender para melhor digerir.
Consumimos a felicidade
de bom grado,
mas as dores (ah, as dores!)
elas é que nos consomem
e de jeito inteiro!

Quando crescemos
na sabedoria da Palavra,
aprendemos a viver de promessas,
a nos apegar a elas,
com um náufrago se apega
à primeira coisa que se encontra
à sua disposição.

E isso,
pelo menos,
nos faz sentir melhores.
A esperança faz viver,
dizem.

Eu diria que a esperança
faz sobreviver.
E esperança,
Deus nos dá de sobra.

É sabido que quem tem fé
suporta melhor as dores,
mesmo físicas.
Quem carrega consigo a cruz,
carrega também a história da salvação,
o perdão imerecido,
portanto, recebido.

Quem suporta o peso da vida
e a recebe como um dom alcançado,
carrega em si as promessas que
são a chave da vitória.

"Vinde a mim todos vós que estais
cansados e oprimidos..."

"Lançai sobre Ele todas as
vossas ansiedades..."

"No mundo tereis aflições,
mas tende bom ânimo..."

"Deus guardará a tua entrada
e a tua saída..."

"O sol não te molestará de dia,
nem a lua de noite..."

"Perto está o Senhor de todos
os que O invocam..."

Não,
não nos faltam promessas.
Não nos falta esperança
e não nos faltam portas de saída,
mesmo se não as
vemos com nossos simples
olhos humanos.

Quem seguir em frente
e acreditar,
achará vitória.
E quem vencer,
receberá a coroa da vida.

TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 07 de Agosto de 2.011.