Erramos para acertar
Todos erramos querendo acertar.
Excepcionalmente,
algumas pessoas podem cometer
erros conscientemente,
mas ainda assim buscam a felicidade,
de forma desesperada,
mas buscam.
A solidão e carência afetiva
deixam a alma aberta a muitas
portas que em outras
ocasiões manteríamos fechadas.
Deixa-nos acessíveis,
frágeis e crédulos.
O feio pode tornar-se bonito e agradável;
o proibido, irresistivelmente atraente.
Achamos desculpas para convencer
os outros e nem sempre
convencemos nosso coração.
Mas insistimos...
Acontece de cometermos
erros imperdoáveis,
não aos outros, mas a nós.
Esses mesmos erros que nos
fazem querer não ter existido
por um momento,
querer apagar da memória e do tempo,
desaparecer,
ou chorar até que as lágrimas
lavem todas as nossas culpas,
mas sabemos que,
quaisquer que sejam nossas tentativas,
elas serão em vão.
E aprendemos com os primeiros erros?
Ah,
não... tentamos ainda e ainda
nessa busca incessante
pela felicidade...
Nos cegamos voluntariamente,
sem termos consciência do quanto
isso pode nos custar,
do quanto pode doer,
das penas que podem nos causar.
Ah!...
As más decisões não têm retorno,
os gestos cometidos não têm volta
e as palavras ditas se foram.
O que escrevemos, escrevemos,
por onde andamos
e não é nos agarrando a esses
detalhes que seguiremos em frente.
É justamente quando conhecemos
nossos erros e nossas culpas que
os evitaremos depois.
Sei que isso nem sempre acontece,
senão não cometeríamos duas ou três
vezes os mesmos desenganos,
mas um dia aprendemos.
Aprendemos que todo mundo erra,
todo mundo acerta,
todo mundo se arrepende e quer voltar atrás;
todo mundo chora algo perdido
ou uma decisão errada;
todo mundo já se sentiu a pessoa
mais infeliz e pequenininha em
um momento ou um outro e quis
esconder-se até de si mesmo.
Aprendemos que a vida tem curvas,
laços, boas e más intenções,
campos floridos e terras desertas;
aprendemos que para se viver é preciso
saber perdoar-se a si mesmo,
sem porventura deixar de tirar
as lições do que se vive.
Ser maduro,
completo e sábio não é ser infalível.
O mundo é feito de seres humanos,
corações e sentimentos e não
de super-heróis.
Ser maduro é buscar o melhor
do que vivemos,
acreditar que Deus perdoa falhas,
compreende nossas buscas e nos
reconforta a cada queda.
Ser maduro não é evitar
as flores que têm espinhos,
mas redobrar de cuidado ao colhê-las,
conhecer os perigos e não se deixar
dominar pelo medo;
é viver,
consciente de que se não
andamos não chegamos a lugar
nenhum e se erramos temos
direito sim a uma segunda,
mesmo uma terceira chance.
Porque nada há mais no mundo
que Deus deseje do que
a nossa felicidade.
# # # # #
COMENTÁRIOS DA AUTORA
Os momentos mais bonitos da minha vida
foram tantos que eu não poderia numerá-los.
Eles existiram,
ao ponto que muitas vezes pensei que
morreria de felicidade.
E também existiram aqueles momentos
de grande tristeza onde eu preferia não existir.
Sou uma exceção?
Não, absolutamente não.
A vida é muito igual para todos nós,
que a vivemos de forma diferente,
segundo nossa personalidade.
Não existem pessoas infalíveis
e eu duvido que os que dizem que
não se arrependem de nada do que
fizeram na vida sejam honestos
consigo mesmos.
Na ânsia de buscar a felicidade
as pessoas tropeçam muitas vezes:
elas ferem-se, ferem aos outros,
ferem o coração de Deus.
Culpamos às vezes nossa
natureza pecaminosa,
mas isso não nos desculpa,
não desculpa o fato de não tentarmos
evitar os perigos e armadilhas.
Nosso pior juiz é nosso coração;
a maior condenação é aquela que
aplicamos a nós mesmos.
De nada serve ser perdoado
pelo mundo se não perdoamos nossa alma.
Temos o direito de errar e temos
o direito de querer acertar.
Deus não nos condena,
Ele apenas sofre quando sofremos
e abre-nos a porta a novas possibilidades.
Podemos fazer de nós mesmos
seres melhores a cada dia,
mais fortes,
mais maduros e experimentados.
Podemos aceitar a idéia de que nossos
erros nos tornam seres mais vividos,
sofridos talvez,
mas jamais perdidos.
TEXTO e COMENTÁRIOS: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 17 de Maio de 2.009.
Um grupo gratuito e solidário. Enviamos todos os domingos aos nossos amigos cadastrados mensagens de paz, amor, caridade, fraternidade, etc. Nossas mensagens são leves e não contém arquivos executáveis. Apenas midi(música), figura(jpeg) e texto(html). Venha fazer parte deste grupo que cresce todos os dias. Será uma grande alegria ter você conosco. Boa estada.
domingo, 17 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Coração de mãe
O coração de mãe é aquele que se divide em dois,
três ou mais,
que se quebra em pedacinhos e continua
fazendo de conta que está inteiro,
porque uma mãe é uma estaca na qual os filhos
se apóiam e ela precisa dar o exemplo.
O coração de mãe chora baixinho e escondido,
fica apertado e ela faz-se de forte.
Ela gostaria de pegar em seus ombros
todas as dores dos filhos e a impossibilidade
disso dói ainda mais nela.
Ela engole seco,
suporta o nó na garganta e veste a capa dos fortes.
O coração de mãe adivinha,
inquieta-se, alegra-se.
A vitória dos filhos vale mais que a
própria vitória e ela vibra,
orgulha-se,
quer contar para o mundo inteiro.
Tiram-lhe um filho e parte um pedaço da sua alma,
absolutamente irrecuperável.
E ela deverá aprender a sobreviver assim...
porque um filho não substitui outro e nada
no mundo substitui um filho.
O coração de mãe nem sempre compreende,
mas aprende a tolerância e cultiva a esperança.
Ela possui remédios pra tudo e nem sempre
sabe lidar com a própria dor.
Ela esquece-se, reflete-se nos filhos.
O coração de mãe não lhe pertence.
E ela assume,
curva a cabeça e ainda agradece.
Seus filhos serão suas eternas crianças,
mesmo que ela tenha 100 anos e eles 80.
Eles são e serão o maior de todos os
presentes que Deus lhe ofertou.
* * * * *
COMENTÁRIOS DA AUTORA
Só depois, muito tempo depois,
quando o Senhor me permitiu ser mãe é que pude
compreender o coração da minha mãe e o quanto
deve ter sofrido com a minha vinda para tão longe.
Eu choraria rios de lágrimas se tivesse minhas
filhas separadas de mim, mas,
como minha mãe,
me alegraria com a felicidade delas,
contaria cada segundo para reencontrá-las e
elas estariam cada manhã e cada noite nas minhas orações.
Assim vive minha mãe por mim...
Só compreendemos inteiramente o coração
de uma mãe depois de nos tornarmos mãe.
Aí sim, nosso coração assemelha-se ao dela,
aí sim aprendemos o que é sentir a dor pelo outro,
sentir dobrado,
ter o coração moído e não poder fazer
nada além de orações.
Queremos ser logo adultos,
grandes e independentes e custa-nos aceitar
que para ela seremos sempre e para sempre suas crianças,
frutos das suas entranhas e que ela vai sempre
nos olhar com os mesmos olhos,
quer tenhamos 5 ou 50 anos.
O coração de uma mãe
é algo indecifrável e incompreensível,
mas é também o maior e mais bonito
de todos os corações.
Queria hoje homenagear todas as mães,
as que vivem, as que se foram,
as que serão.
Queria deixar meu carinho e agradecimento
a Deus por nos termos feito
assim, benditas.
# # #
TEXTO E COMENTÁRIOS: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 10 de Maio de 2.009.
O coração de mãe é aquele que se divide em dois,
três ou mais,
que se quebra em pedacinhos e continua
fazendo de conta que está inteiro,
porque uma mãe é uma estaca na qual os filhos
se apóiam e ela precisa dar o exemplo.
O coração de mãe chora baixinho e escondido,
fica apertado e ela faz-se de forte.
Ela gostaria de pegar em seus ombros
todas as dores dos filhos e a impossibilidade
disso dói ainda mais nela.
Ela engole seco,
suporta o nó na garganta e veste a capa dos fortes.
O coração de mãe adivinha,
inquieta-se, alegra-se.
A vitória dos filhos vale mais que a
própria vitória e ela vibra,
orgulha-se,
quer contar para o mundo inteiro.
Tiram-lhe um filho e parte um pedaço da sua alma,
absolutamente irrecuperável.
E ela deverá aprender a sobreviver assim...
porque um filho não substitui outro e nada
no mundo substitui um filho.
O coração de mãe nem sempre compreende,
mas aprende a tolerância e cultiva a esperança.
Ela possui remédios pra tudo e nem sempre
sabe lidar com a própria dor.
Ela esquece-se, reflete-se nos filhos.
O coração de mãe não lhe pertence.
E ela assume,
curva a cabeça e ainda agradece.
Seus filhos serão suas eternas crianças,
mesmo que ela tenha 100 anos e eles 80.
Eles são e serão o maior de todos os
presentes que Deus lhe ofertou.
* * * * *
COMENTÁRIOS DA AUTORA
Só depois, muito tempo depois,
quando o Senhor me permitiu ser mãe é que pude
compreender o coração da minha mãe e o quanto
deve ter sofrido com a minha vinda para tão longe.
Eu choraria rios de lágrimas se tivesse minhas
filhas separadas de mim, mas,
como minha mãe,
me alegraria com a felicidade delas,
contaria cada segundo para reencontrá-las e
elas estariam cada manhã e cada noite nas minhas orações.
Assim vive minha mãe por mim...
Só compreendemos inteiramente o coração
de uma mãe depois de nos tornarmos mãe.
Aí sim, nosso coração assemelha-se ao dela,
aí sim aprendemos o que é sentir a dor pelo outro,
sentir dobrado,
ter o coração moído e não poder fazer
nada além de orações.
Queremos ser logo adultos,
grandes e independentes e custa-nos aceitar
que para ela seremos sempre e para sempre suas crianças,
frutos das suas entranhas e que ela vai sempre
nos olhar com os mesmos olhos,
quer tenhamos 5 ou 50 anos.
O coração de uma mãe
é algo indecifrável e incompreensível,
mas é também o maior e mais bonito
de todos os corações.
Queria hoje homenagear todas as mães,
as que vivem, as que se foram,
as que serão.
Queria deixar meu carinho e agradecimento
a Deus por nos termos feito
assim, benditas.
# # #
TEXTO E COMENTÁRIOS: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 10 de Maio de 2.009.
sábado, 2 de maio de 2009
A beleza interior
Seria hipocrisia de nossa parte dizer que
as aparências não contribuem nesse mundo
onde a imagem funciona como um cartão de visitas:
é o que se vê em primeiro lugar,
o que chama a atenção ou provoca,
de imediato,
uma reação positiva ou contrária.
Ignorar fatores da realidade que vivemos
não nos faz melhores,
mais humildes, humanos ou sábios.
Saber cuidar de si com o mesmo
carinho e atenção com o qual cuidamos das coisas
que mais amamos é sinal de sabedoria.
O que não podemos e devemos evitar é que as aparências
nos enganem e maquiem as verdadeiras belezas
que estão no interior de cada um.
Aquelas coisas tão especiais e essenciais
que só podem ser vistas quando abrimos os olhos
do nosso coração e da nossa alma.
É quando vemos através das aparências
e penetramos no eu de cada pessoa que
percebemos as riquezas que se escondem,
que as conhecemos verdadeiramente.
Aprendemos com a vida que as aparências
não somente enganam ou
criam idéias falsas e preconceitos,
mas que com o tempo elas se apagam.
A beleza exterior não é eterna.
Mas a que vem do interior não cria rugas,
a terra não consome e se ela deve se modificar
é para ficar ainda mais aprimorada
com a idade e as vivências.
A bondade, o altruísmo,
o amor que nos torna compreensivos
e tolerantes são belezas invisíveis,
mas tão enriquecedoras que tornam o mais
comum e simples dos mortais em um ser excepcional.
Talvez seja por isso mesmo que,
segundo a Bíblia,
Jesus veio da forma mais simples e fisicamente
não possuía atrativos.
Tudo o que nos deixou e ensinou perdura até hoje,
ficará amanhã e ainda por séculos e séculos.
E só aqueles que foram e são capazes
de ver através das aparências é que souberam
amá-lo de todo coração,
de toda alma e de todo entendimento.
Só os que entendem isso nos dias atuais
é que podem crescer em sabedoria,
dão-se aos outros sem contar e se dirigem,
passo a passo,
na direção dos braços do Pai.
* * * * *
COMENTÁRIOS DA AUTORA
A efemeridade de todas as coisas está em toda parte.
Tentamos, muitas vezes,
segurar desesperadamente em nós as coisas
que não queremos que nos escapem,
pois as julgamos especiais e essenciais ao nosso viver;
precisamos delas para nos sentirmos
felizes e invariáveis vezes,
completos.
Mas o vento carrega as folhas,
arranca flores e nem sempre sabemos segurar
junto do nosso coração o bem ao qual nos apegamos.
Percebemos assim que na vida tudo é passageiro,
o presente é importante e as oportunidades
que perdemos hoje poderão não se repetir amanhã.
Os que tomam consciência real dessas
coisas vivem melhor e mais,
amam mais e mais intensamente,
dão de si sem pedir e se contentam
de cada nascer e pôr-do-sol,
agradecendo diariamente por mais um dia recebido.
E um belo dia, talvez sós,
poderão se dizer:
"eu amei intensamente e vivi intensamente
cada instante que me foi dado e agora
posso viver de lembranças,
posso rir sozinho com a sensação
de nunca estar só e tenho a paz no coração
da esperança de um reencontro,
só possível aos que crêem."
As coisas essenciais ao nosso viver nossas mãos não tocam,
nossos olhos não vêem e não podemos contabilizar.
Elas fazem parte das riquezas espirituais,
que vão além das aparências,
vivem muito depois de terem partido,
se apegam à nossa pele como os perfumes mais caros,
são indestrutíveis e se agarram às paredes do nosso coração.
Elas vivem eternamente em nós.
Não é a primeira vez que falo sobre o efêmero.
Mas o grande acontecimento falado
na mídia durante toda a semana me fez pensar
mais uma vez sobre o assunto.
Quantas coisas bonitas deixamos passar,
não ouvimos e não sentimos,
só porque nossos olhos físicos foram superiores
aos olhos da nossa alma?
Quanto de belo perdemos?
Quantos amigos deixamos de fazer,
quantas horas deixamos de viver?
Apostamos no visível,
no palpável e confiamos demais na nossa percepção,
primeira impressão.
Quantas belezas estão escondidas assim
através do mundo pedindo às vezes apenas
uma pequena oportunidade?
Antes de julgarmos o que quer que seja,
devemos abrir nosso coração e deixar de
lado nossos preconceitos.
O que o vento não carrega é muito mais
importante que todo corpo bonito,
que todo rosto sem imperfeições.
Vejam as flores que enfeitam nossos jardins hoje!
Amanhã já não mais estarão,
mas a beleza que preencheu nossas horas
nos farão sonhar por muito e muito tempo.
Há coisa mais linda que isso?
TEXTO E COMENTÁRIOS: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 03 de Maio de 2.009.
Seria hipocrisia de nossa parte dizer que
as aparências não contribuem nesse mundo
onde a imagem funciona como um cartão de visitas:
é o que se vê em primeiro lugar,
o que chama a atenção ou provoca,
de imediato,
uma reação positiva ou contrária.
Ignorar fatores da realidade que vivemos
não nos faz melhores,
mais humildes, humanos ou sábios.
Saber cuidar de si com o mesmo
carinho e atenção com o qual cuidamos das coisas
que mais amamos é sinal de sabedoria.
O que não podemos e devemos evitar é que as aparências
nos enganem e maquiem as verdadeiras belezas
que estão no interior de cada um.
Aquelas coisas tão especiais e essenciais
que só podem ser vistas quando abrimos os olhos
do nosso coração e da nossa alma.
É quando vemos através das aparências
e penetramos no eu de cada pessoa que
percebemos as riquezas que se escondem,
que as conhecemos verdadeiramente.
Aprendemos com a vida que as aparências
não somente enganam ou
criam idéias falsas e preconceitos,
mas que com o tempo elas se apagam.
A beleza exterior não é eterna.
Mas a que vem do interior não cria rugas,
a terra não consome e se ela deve se modificar
é para ficar ainda mais aprimorada
com a idade e as vivências.
A bondade, o altruísmo,
o amor que nos torna compreensivos
e tolerantes são belezas invisíveis,
mas tão enriquecedoras que tornam o mais
comum e simples dos mortais em um ser excepcional.
Talvez seja por isso mesmo que,
segundo a Bíblia,
Jesus veio da forma mais simples e fisicamente
não possuía atrativos.
Tudo o que nos deixou e ensinou perdura até hoje,
ficará amanhã e ainda por séculos e séculos.
E só aqueles que foram e são capazes
de ver através das aparências é que souberam
amá-lo de todo coração,
de toda alma e de todo entendimento.
Só os que entendem isso nos dias atuais
é que podem crescer em sabedoria,
dão-se aos outros sem contar e se dirigem,
passo a passo,
na direção dos braços do Pai.
* * * * *
COMENTÁRIOS DA AUTORA
A efemeridade de todas as coisas está em toda parte.
Tentamos, muitas vezes,
segurar desesperadamente em nós as coisas
que não queremos que nos escapem,
pois as julgamos especiais e essenciais ao nosso viver;
precisamos delas para nos sentirmos
felizes e invariáveis vezes,
completos.
Mas o vento carrega as folhas,
arranca flores e nem sempre sabemos segurar
junto do nosso coração o bem ao qual nos apegamos.
Percebemos assim que na vida tudo é passageiro,
o presente é importante e as oportunidades
que perdemos hoje poderão não se repetir amanhã.
Os que tomam consciência real dessas
coisas vivem melhor e mais,
amam mais e mais intensamente,
dão de si sem pedir e se contentam
de cada nascer e pôr-do-sol,
agradecendo diariamente por mais um dia recebido.
E um belo dia, talvez sós,
poderão se dizer:
"eu amei intensamente e vivi intensamente
cada instante que me foi dado e agora
posso viver de lembranças,
posso rir sozinho com a sensação
de nunca estar só e tenho a paz no coração
da esperança de um reencontro,
só possível aos que crêem."
As coisas essenciais ao nosso viver nossas mãos não tocam,
nossos olhos não vêem e não podemos contabilizar.
Elas fazem parte das riquezas espirituais,
que vão além das aparências,
vivem muito depois de terem partido,
se apegam à nossa pele como os perfumes mais caros,
são indestrutíveis e se agarram às paredes do nosso coração.
Elas vivem eternamente em nós.
Não é a primeira vez que falo sobre o efêmero.
Mas o grande acontecimento falado
na mídia durante toda a semana me fez pensar
mais uma vez sobre o assunto.
Quantas coisas bonitas deixamos passar,
não ouvimos e não sentimos,
só porque nossos olhos físicos foram superiores
aos olhos da nossa alma?
Quanto de belo perdemos?
Quantos amigos deixamos de fazer,
quantas horas deixamos de viver?
Apostamos no visível,
no palpável e confiamos demais na nossa percepção,
primeira impressão.
Quantas belezas estão escondidas assim
através do mundo pedindo às vezes apenas
uma pequena oportunidade?
Antes de julgarmos o que quer que seja,
devemos abrir nosso coração e deixar de
lado nossos preconceitos.
O que o vento não carrega é muito mais
importante que todo corpo bonito,
que todo rosto sem imperfeições.
Vejam as flores que enfeitam nossos jardins hoje!
Amanhã já não mais estarão,
mas a beleza que preencheu nossas horas
nos farão sonhar por muito e muito tempo.
Há coisa mais linda que isso?
TEXTO E COMENTÁRIOS: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 03 de Maio de 2.009.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Fique Firme, não desista ...
Desistir é uma solução permanente
para um problema temporário.
* James MacArthur *
Eu fico imaginando quantas pessoas
desistiram dos seus sonhos apenas duas ou
três semanas antes de conseguirem
aquela realização tão esperada.
Um dos maiores desafios rumo a uma realização
bem-sucedida é o de manter um
senso de urgência em relação ao seu trabalho,
e ao mesmo tempo ser paciente
o suficiente para permanecer firme
o tempo que for necessário.
É absolutamente importante a presença
de três indispensáveis ingredientes:
acreditar, ter fé e confiar.
Primeiramente:
acreditar naquilo que você está fazendo.
Fé na certeza de que existe um Deus
que em momento algum o desamparará;
e confiar que mediante os valores
que você está estabelecendo,
o retorno fatalmente virá
numa forma multiplicada,
muitas e muitas vezes.
Se você trabalhar em algo o tempo suficiente,
e sinceramente der o melhor de si a cada dia,
e constantemente buscar novos
rumos e estratégias a fim de
aprimorar a sua perfórmance,
sem nenhuma dúvida você será bem-sucedido.
Tudo aquilo que é rico de genuíno
valor e significado toma tempo.
Não me interprete mal.
Com isso não estou
querendo dizer que você deverá
simplesmente esperar que as coisas
aconteçam naturalmente por si mesmas.
Saiba aonde você está indo;
dê o melhor ao seu trabalho;
dê tudo que é possível dar.
Providencie,
transmita os valores para o maior
número possível de pessoas,
e então você se dará conta de que a confiança
que depositou nos seus esforços
será ricamente recompensada.
Para Meditação
Tão-somente sê forte e mui corajoso
para teres o cuidado de fazer segundo
toda a lei que meu servo Moisés te ordenou;
dela não te desvies,
nem para a direita nem para a esquerda,
para que sejas bem-sucedido por
onde quer que andares.
# Josué, 1:7 #
TEXTO: Nélio da Silva
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 26 de Abril de 2.009.
Desistir é uma solução permanente
para um problema temporário.
* James MacArthur *
Eu fico imaginando quantas pessoas
desistiram dos seus sonhos apenas duas ou
três semanas antes de conseguirem
aquela realização tão esperada.
Um dos maiores desafios rumo a uma realização
bem-sucedida é o de manter um
senso de urgência em relação ao seu trabalho,
e ao mesmo tempo ser paciente
o suficiente para permanecer firme
o tempo que for necessário.
É absolutamente importante a presença
de três indispensáveis ingredientes:
acreditar, ter fé e confiar.
Primeiramente:
acreditar naquilo que você está fazendo.
Fé na certeza de que existe um Deus
que em momento algum o desamparará;
e confiar que mediante os valores
que você está estabelecendo,
o retorno fatalmente virá
numa forma multiplicada,
muitas e muitas vezes.
Se você trabalhar em algo o tempo suficiente,
e sinceramente der o melhor de si a cada dia,
e constantemente buscar novos
rumos e estratégias a fim de
aprimorar a sua perfórmance,
sem nenhuma dúvida você será bem-sucedido.
Tudo aquilo que é rico de genuíno
valor e significado toma tempo.
Não me interprete mal.
Com isso não estou
querendo dizer que você deverá
simplesmente esperar que as coisas
aconteçam naturalmente por si mesmas.
Saiba aonde você está indo;
dê o melhor ao seu trabalho;
dê tudo que é possível dar.
Providencie,
transmita os valores para o maior
número possível de pessoas,
e então você se dará conta de que a confiança
que depositou nos seus esforços
será ricamente recompensada.
Para Meditação
Tão-somente sê forte e mui corajoso
para teres o cuidado de fazer segundo
toda a lei que meu servo Moisés te ordenou;
dela não te desvies,
nem para a direita nem para a esquerda,
para que sejas bem-sucedido por
onde quer que andares.
# Josué, 1:7 #
TEXTO: Nélio da Silva
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 26 de Abril de 2.009.
sábado, 18 de abril de 2009
O tamanho da esperança
A esperança tem o tamanho da semente
que plantamos no nosso coração.
O que nos faz desistir com
freqüência de um caminho é a visão longíqua
demais do que deve ser percorrido.
Só de olhar, já desistimos.
Por essa razão não tomamos atitudes,
não recomeçamos um estudo,
não ousamos algo novo,
não nos construímos e nem damos
exemplos aos nossos.
Não descobrimos lugares novos,
não vamos visitar pessoas,
não fazemos planos
(ou fazemos e deixamos pela metade)
e não concretizamos muitas coisas que seriam
possíveis e proveitosas.
Nos cansamos antes do cansaço chegar.
É assim com muitas coisas do dia-a-dia:
a esperança abandona seu lugar tão facilmente
ao desânimo que no fim das contas não fazemos nada.
E um dia olhamos pra trás e nos dizemos
que se tivéssemos começado,
já teríamos terminado.
Talvez, quem sabe,
a terra do nosso coração esteja seca demais
para fazer brotar a semente da esperança.
Ou julgamos que essa semente é pequena demais
para produzir algo grande.
Que igenuidade da nossa parte!!!
O tamanho de uma
semente nada tem a ver com
o tamanho da planta!
Mas a fertilidade da terra,
sim.
Os corações devem ser terras menos áridas,
menos amargas,
mais dóceis e mais receptivas e tudo aquilo
que for plantado neles crescerá e prosperará.
O caminho a ser percorrido não deve
ser medido com os olhos
da desesperança.
Deus não vê o seu tamanho pela sua estatura,
mas pelo potencial que Ele só
conhece do seu íntimo.
Ele joga sementes de grandes esperanças
na terra do seu coração,
mas você deve arar a terra,
prepará-la e tomar a
sua parte de responsabilidade.
Os frutos, creia, serão seus!
O horizonte é maravilhoso demais e ele nos faz sonhar.
Mas olhe para seus pés e veja onde deve começar,
conte seus passos dando o melhor de
si mesmo e daqui a algum tempo você vai
poder olhar para trás e rir de satisfação.
Porque o tempo passa se você
fica parado ou se você caminha.
O que você realiza ou não depende de você
ter começado ou não.
Ouse acreditar! Ouse dar passos!
Ouse ousar!
Nós mesmos nascemos de pequenas sementes.
Nascemos da esperança de Deus,
que crê em nós e insiste.
Ele sabe que somos todos capazes
de chegar a algum lugar.
* * * * *
COMENTÁRIOS DA AUTORA
Eu sinto tanto amor quando trabalho na terra
que acho que as plantas se desenvolvem mais rápido
só pra ver minha felicidade.
É pretensão minha, mas eu vejo as flores,
muito antes delas brotarem, antes ainda dos galhos
ficarem verdes ou que elas ousem colocar um
brotinho para fora da terra.
Eu vigio o crescimento,
porque quando vejo o desenvolvimento,
sinto ainda mais energia e vontade de continuar
minha arte de jardinagem.
Aprendi com isso que a qualidade da terra
e o seu tratamento muito têm a ver com o resultado.
Ela deve ser remexida, revirada, irrigada, cuidada.
E isso exige de nós cuidado,
dedicação, atenção, paciência... muita paciência!
Uma planta que simplesmente jogamos
no chão poderá até brotar depois de muito esforço,
mas é raro:
sem cuidados ela seca e morre.
Penso que somos plantas onde Deus
vê muitas possibilidades.
Somos às vezes galhos secos e sem formas,
cansados, abatidos e feridos, mas Ele não desiste.
Ele nos dá, de todas as formas,
meios de nos fazer crescer e florescer,
nos dá até ajuda quando é disso que carecemos.
Não foi assim com Moisés que se julgava incapaz
de libertar todo um povo?
Não temos desculpas,
se sabemos que Deus olha por nós.
Deus nos dá a vida,
mas nós somos responsáveis por ela.
Deus nos dá um coração,
mas nós cuidamos dele.
A terra é nossa e existem sementes boas e más,
as que devem brotar e as que devem secar.
A escolha é nossa,
só nossa.
TEXTO E COMENTÁRIOS: Leticia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 19 de Abril de 2.009.
A esperança tem o tamanho da semente
que plantamos no nosso coração.
O que nos faz desistir com
freqüência de um caminho é a visão longíqua
demais do que deve ser percorrido.
Só de olhar, já desistimos.
Por essa razão não tomamos atitudes,
não recomeçamos um estudo,
não ousamos algo novo,
não nos construímos e nem damos
exemplos aos nossos.
Não descobrimos lugares novos,
não vamos visitar pessoas,
não fazemos planos
(ou fazemos e deixamos pela metade)
e não concretizamos muitas coisas que seriam
possíveis e proveitosas.
Nos cansamos antes do cansaço chegar.
É assim com muitas coisas do dia-a-dia:
a esperança abandona seu lugar tão facilmente
ao desânimo que no fim das contas não fazemos nada.
E um dia olhamos pra trás e nos dizemos
que se tivéssemos começado,
já teríamos terminado.
Talvez, quem sabe,
a terra do nosso coração esteja seca demais
para fazer brotar a semente da esperança.
Ou julgamos que essa semente é pequena demais
para produzir algo grande.
Que igenuidade da nossa parte!!!
O tamanho de uma
semente nada tem a ver com
o tamanho da planta!
Mas a fertilidade da terra,
sim.
Os corações devem ser terras menos áridas,
menos amargas,
mais dóceis e mais receptivas e tudo aquilo
que for plantado neles crescerá e prosperará.
O caminho a ser percorrido não deve
ser medido com os olhos
da desesperança.
Deus não vê o seu tamanho pela sua estatura,
mas pelo potencial que Ele só
conhece do seu íntimo.
Ele joga sementes de grandes esperanças
na terra do seu coração,
mas você deve arar a terra,
prepará-la e tomar a
sua parte de responsabilidade.
Os frutos, creia, serão seus!
O horizonte é maravilhoso demais e ele nos faz sonhar.
Mas olhe para seus pés e veja onde deve começar,
conte seus passos dando o melhor de
si mesmo e daqui a algum tempo você vai
poder olhar para trás e rir de satisfação.
Porque o tempo passa se você
fica parado ou se você caminha.
O que você realiza ou não depende de você
ter começado ou não.
Ouse acreditar! Ouse dar passos!
Ouse ousar!
Nós mesmos nascemos de pequenas sementes.
Nascemos da esperança de Deus,
que crê em nós e insiste.
Ele sabe que somos todos capazes
de chegar a algum lugar.
* * * * *
COMENTÁRIOS DA AUTORA
Eu sinto tanto amor quando trabalho na terra
que acho que as plantas se desenvolvem mais rápido
só pra ver minha felicidade.
É pretensão minha, mas eu vejo as flores,
muito antes delas brotarem, antes ainda dos galhos
ficarem verdes ou que elas ousem colocar um
brotinho para fora da terra.
Eu vigio o crescimento,
porque quando vejo o desenvolvimento,
sinto ainda mais energia e vontade de continuar
minha arte de jardinagem.
Aprendi com isso que a qualidade da terra
e o seu tratamento muito têm a ver com o resultado.
Ela deve ser remexida, revirada, irrigada, cuidada.
E isso exige de nós cuidado,
dedicação, atenção, paciência... muita paciência!
Uma planta que simplesmente jogamos
no chão poderá até brotar depois de muito esforço,
mas é raro:
sem cuidados ela seca e morre.
Penso que somos plantas onde Deus
vê muitas possibilidades.
Somos às vezes galhos secos e sem formas,
cansados, abatidos e feridos, mas Ele não desiste.
Ele nos dá, de todas as formas,
meios de nos fazer crescer e florescer,
nos dá até ajuda quando é disso que carecemos.
Não foi assim com Moisés que se julgava incapaz
de libertar todo um povo?
Não temos desculpas,
se sabemos que Deus olha por nós.
Deus nos dá a vida,
mas nós somos responsáveis por ela.
Deus nos dá um coração,
mas nós cuidamos dele.
A terra é nossa e existem sementes boas e más,
as que devem brotar e as que devem secar.
A escolha é nossa,
só nossa.
TEXTO E COMENTÁRIOS: Leticia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 19 de Abril de 2.009.
JESUS LIBERTO
Páscoa é Ressurreição!..
Ressurreição de Cristo.
É sua alma que
voltou a se unir ao mesmo corpo,
saindo vivo e vitorioso,
para nunca mais morrer.
Um Anjo anunciou,
que Jesus iria ressurgir do sepulcro.
Jesus, então, resnasceu,
para recomeçar uma nova vida.
( Jesus, então, renasceu)
Ele renasceu e deu Glória para todos:
" Vida, Esperança e Amor."
Caminhava pelos campos,
ao encontro de sua meditação de fé,
para toda a Humanidade.
A noite sacratíssima
é a grande noite de reflexão,
onde todos temos que refletir,
pois será grande a celebração,
para a chegada de Jesus!.
É o inicio da Vigília
Pascal que mostra a Luz de Cristo.
É a renovação de novos tempos,
para a Paz,
Esperança, aqui, na Terra!
Ouvem-se, vindos do céu,
acordes de órgãos,
(vindos do céu)sons de címbalos,
harpas e flautas,
anunciando uma Nova Era.
A Luz surge brilhando,
as flores surgem,
nos campos,
onde Cristo irá passar.
PÁSCOA É O TRIUNFO DE CRISTO!
Vamos todos renovar nossos pedidos de :
Amor uns para com
os outros e de Perseverança!
É tempo de Recomeçar!...
É tempo de se Libertar!...
É tempo de Glória e Louvor!...
É tempo de darmos Aleluia!...
É tempo de Páscoa!...
VIVA JESUS!
"JESUS SUBIU AOS CÉUS E ESTÁ SENTADO,
À DIREITA DO PAI"
TEXTO: Maria Aparecida Macedo "Maria Anjinha"
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 12 de Abril de 2.009.
Páscoa é Ressurreição!..
Ressurreição de Cristo.
É sua alma que
voltou a se unir ao mesmo corpo,
saindo vivo e vitorioso,
para nunca mais morrer.
Um Anjo anunciou,
que Jesus iria ressurgir do sepulcro.
Jesus, então, resnasceu,
para recomeçar uma nova vida.
( Jesus, então, renasceu)
Ele renasceu e deu Glória para todos:
" Vida, Esperança e Amor."
Caminhava pelos campos,
ao encontro de sua meditação de fé,
para toda a Humanidade.
A noite sacratíssima
é a grande noite de reflexão,
onde todos temos que refletir,
pois será grande a celebração,
para a chegada de Jesus!.
É o inicio da Vigília
Pascal que mostra a Luz de Cristo.
É a renovação de novos tempos,
para a Paz,
Esperança, aqui, na Terra!
Ouvem-se, vindos do céu,
acordes de órgãos,
(vindos do céu)sons de címbalos,
harpas e flautas,
anunciando uma Nova Era.
A Luz surge brilhando,
as flores surgem,
nos campos,
onde Cristo irá passar.
PÁSCOA É O TRIUNFO DE CRISTO!
Vamos todos renovar nossos pedidos de :
Amor uns para com
os outros e de Perseverança!
É tempo de Recomeçar!...
É tempo de se Libertar!...
É tempo de Glória e Louvor!...
É tempo de darmos Aleluia!...
É tempo de Páscoa!...
VIVA JESUS!
"JESUS SUBIU AOS CÉUS E ESTÁ SENTADO,
À DIREITA DO PAI"
TEXTO: Maria Aparecida Macedo "Maria Anjinha"
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 12 de Abril de 2.009.
Conta as bênçãos
O que nos deixa mais tristes ou infelizes
é a solidão da dor.
Não,
não inverti as palavras,
porque uma coisa é a dor da solidão,
que milhares de almas, mesmo acompanhadas,
conhecem e uma outra é a solidão da dor.
A solidão da dor é a que cabe a nós,
inteiramente.
É a que julgamos a maior do mundo,
a mais pesada e difícil de carregar;
aquela que diminui nossa estatura e agiganta
todos os outros que estão ao redor;
a que mata cada fibra do
nosso coração e
nos faz esquecer todas as alegrias
e bênçãos recebidas.
Perigosamente destrutiva,
afasta-nos do bem e do bom,
da luz, do sal,
da cruz e das promessas Divinas.
Jesus também sofreu
a dor da solidão e do abandono;
sofreu a dor da dor,
a lança atravessada,
o peso da cruz e do cravo nas mãos.
Mas Ele não experimentou a solidão da dor.
Ele sabia que não estava só e
mesmo nos momentos mais difíceis de serem suportados,
erguia os olhos para o Céu.
Contamos tudo o que recebemos da vida
e particularmente de Deus de maneira inversa.
Apagamos facilmente o bem,
as alegrias,
as bênçãos que caem gota
a gota na nossa cabeça nos ungindo e reavivamos
as dores que fatalmente colhemos nos
caminhos por nós mesmos escolhidos.
Você tem teto, alimento, família,
amigos, trabalho, saúde?
Conta as bênçãos!!!
Tem momentos de riso gostoso,
de partilha,
pode ver o nascer e o pôr-do sol?
Conta as bênçãos!!!
Contamos nossas dores, as contabilizamos,
somamos e nos esquecemos de
acrescentar as alegrias que podem diminuí-las
ou pelo menos nos mostrar que
na balança da vida nem tudo é perda e sofrimento.
Conta sim, uma a uma,
as bênçãos da sua vida.
Você vai ver que a esperança
ainda vive, que a luz brilha,
que as flores continuam nascendo apesar
das secas ou das enchentes.
Você vai ver que, silencioso,
Deus olha por nós e continua distribuindo o
bem, mesmo se aos nossos olhos as graças
pareçam invisíveis.
* * * * *
COMENTÁRIOS DA AUTORA
Quem nunca atravessou uma noite escura?
Quem nunca duvidou e teve medo de prosseguir?
Quem nunca chorou e acabou adormecendo?
Quem nunca teve um momento que achou que
era o mais lindo de toda a sua vida?
E quem nunca pensou em desistir e prosseguiu assim mesmo,
se arrastando e chegando até o dia seguinte?
Os caminhos são tão parecidos a todos nós!
As dores podem ser tanto iguais quanto as alegrias intensas.
Mas, claro, cada um sabe, por si,
o efeito que cada coisa produz no seu âmago.
E das coisas mais comuns ao esquecimento
está aquele da existência dos
outros quando o mundo parece desmoronar
na nossa cabeça e destruir todo o
nosso eu, construído tão amorosamente
pelo Pai e lapidado com as
dificuldades da vida.
São nessas horas que todas as flores murcham,
o sol deixa de aquecer e as noites parecem tão
intermináveis quanto as voltas que
o relógio dá.
Mas tudo isso é apenas uma idéia!
As bênçãos que recebemos não deixam de
existir quando o sol desaparece,
somos nós que nos cegamos.
Mesmo quando o céu está encoberto e carregado,
pesado e escuro,
um vôo acima das nuvens nos mostra
que o azul continua lá,
sereno e pronto para reaparecer.
As bênçãos que recebemos nunca se apagam e
as carregaremos em nós para toda a vida.
E nas nossas contabilidades não nos
esqueçamos de contá-las,
não somente para que continuem presentes,
mas para que estejam prontas para acolher todas
as outras que estão destinadas a nós.
Tenho colhido bênçãos incontáveis na minha vida.
Conheci também as noites escuras,
como todo mundo,
mas a vela da esperança das bênçãos continuou
acesa e se iluminava ainda mais a cada oração.
Não é por que as bênçãos
demoram a chegar que nunca chegarão.
A perseverança é uma forte arma contra
o desânimo e é ela que vai abrindo as portas
que devemos atravessar.
Há, creiam,
do outro lado do muro bênçãos para cada um,
um Deus amoroso e disposto a perdoar,
acolher e conceder os desejos do coração.
Eu nunca duvidei disso e por esse motivo posso hoje
plantar e colher muitas flores.
Que o Senhor abençoe este
dia e todas as horas de cada um de vocês!
Que o sol brilhe,
que o amor aconteça e que a esperança
nunca os abandone!
TEXTO E COMENTÁRIOS: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 05 de Abril de 2.009.
O que nos deixa mais tristes ou infelizes
é a solidão da dor.
Não,
não inverti as palavras,
porque uma coisa é a dor da solidão,
que milhares de almas, mesmo acompanhadas,
conhecem e uma outra é a solidão da dor.
A solidão da dor é a que cabe a nós,
inteiramente.
É a que julgamos a maior do mundo,
a mais pesada e difícil de carregar;
aquela que diminui nossa estatura e agiganta
todos os outros que estão ao redor;
a que mata cada fibra do
nosso coração e
nos faz esquecer todas as alegrias
e bênçãos recebidas.
Perigosamente destrutiva,
afasta-nos do bem e do bom,
da luz, do sal,
da cruz e das promessas Divinas.
Jesus também sofreu
a dor da solidão e do abandono;
sofreu a dor da dor,
a lança atravessada,
o peso da cruz e do cravo nas mãos.
Mas Ele não experimentou a solidão da dor.
Ele sabia que não estava só e
mesmo nos momentos mais difíceis de serem suportados,
erguia os olhos para o Céu.
Contamos tudo o que recebemos da vida
e particularmente de Deus de maneira inversa.
Apagamos facilmente o bem,
as alegrias,
as bênçãos que caem gota
a gota na nossa cabeça nos ungindo e reavivamos
as dores que fatalmente colhemos nos
caminhos por nós mesmos escolhidos.
Você tem teto, alimento, família,
amigos, trabalho, saúde?
Conta as bênçãos!!!
Tem momentos de riso gostoso,
de partilha,
pode ver o nascer e o pôr-do sol?
Conta as bênçãos!!!
Contamos nossas dores, as contabilizamos,
somamos e nos esquecemos de
acrescentar as alegrias que podem diminuí-las
ou pelo menos nos mostrar que
na balança da vida nem tudo é perda e sofrimento.
Conta sim, uma a uma,
as bênçãos da sua vida.
Você vai ver que a esperança
ainda vive, que a luz brilha,
que as flores continuam nascendo apesar
das secas ou das enchentes.
Você vai ver que, silencioso,
Deus olha por nós e continua distribuindo o
bem, mesmo se aos nossos olhos as graças
pareçam invisíveis.
* * * * *
COMENTÁRIOS DA AUTORA
Quem nunca atravessou uma noite escura?
Quem nunca duvidou e teve medo de prosseguir?
Quem nunca chorou e acabou adormecendo?
Quem nunca teve um momento que achou que
era o mais lindo de toda a sua vida?
E quem nunca pensou em desistir e prosseguiu assim mesmo,
se arrastando e chegando até o dia seguinte?
Os caminhos são tão parecidos a todos nós!
As dores podem ser tanto iguais quanto as alegrias intensas.
Mas, claro, cada um sabe, por si,
o efeito que cada coisa produz no seu âmago.
E das coisas mais comuns ao esquecimento
está aquele da existência dos
outros quando o mundo parece desmoronar
na nossa cabeça e destruir todo o
nosso eu, construído tão amorosamente
pelo Pai e lapidado com as
dificuldades da vida.
São nessas horas que todas as flores murcham,
o sol deixa de aquecer e as noites parecem tão
intermináveis quanto as voltas que
o relógio dá.
Mas tudo isso é apenas uma idéia!
As bênçãos que recebemos não deixam de
existir quando o sol desaparece,
somos nós que nos cegamos.
Mesmo quando o céu está encoberto e carregado,
pesado e escuro,
um vôo acima das nuvens nos mostra
que o azul continua lá,
sereno e pronto para reaparecer.
As bênçãos que recebemos nunca se apagam e
as carregaremos em nós para toda a vida.
E nas nossas contabilidades não nos
esqueçamos de contá-las,
não somente para que continuem presentes,
mas para que estejam prontas para acolher todas
as outras que estão destinadas a nós.
Tenho colhido bênçãos incontáveis na minha vida.
Conheci também as noites escuras,
como todo mundo,
mas a vela da esperança das bênçãos continuou
acesa e se iluminava ainda mais a cada oração.
Não é por que as bênçãos
demoram a chegar que nunca chegarão.
A perseverança é uma forte arma contra
o desânimo e é ela que vai abrindo as portas
que devemos atravessar.
Há, creiam,
do outro lado do muro bênçãos para cada um,
um Deus amoroso e disposto a perdoar,
acolher e conceder os desejos do coração.
Eu nunca duvidei disso e por esse motivo posso hoje
plantar e colher muitas flores.
Que o Senhor abençoe este
dia e todas as horas de cada um de vocês!
Que o sol brilhe,
que o amor aconteça e que a esperança
nunca os abandone!
TEXTO E COMENTÁRIOS: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 05 de Abril de 2.009.
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