quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

APASCENTA AS MINHAS OVELHAS

Leitura:
João 21:15-17 -

Amas-me?...
Apascenta as Minhas ovelhas.
- João 21:17 -

Antes de Jesus deixar a terra,
Ele instruiu Simão Pedro para que
cuidasse do objeto mais querido do
Seu amor - as Suas ovelhas.

Como poderia alguém
cuidar delas como Jesus cuidou?
Só mesmo por amor a Ele.
Não há outra maneira.

Três vezes Jesus perguntou a Pedro:
"Amas-me?"
Pedro respondeu:
"Sim, Senhor,
Tu sabes que eu Te amo."

A cada vez,
Jesus respondeu:
"Apascenta as minhas ovelhas."

Ignorava Jesus o amor de Pedro?
Claro que não.
A Sua pergunta triplicada não
era para Ele próprio,
mas para Pedro.

Ele fez essa pergunta para sublinhar
a verdade essencial de que só o amor
a Cristo manteria Pedro no trabalho
que tinha pela frente
- aquele árduo trabalho de cuidar das almas das pessoas -
talvez o mais árduo de todos os trabalhos.

Jesus não perguntou a Pedro se ele
amava as Suas ovelhas,
mas se O amava a Ele.

A afeição pelo o povo de Deus,
em si, não nos manterá.

As Suas ovelhas podem ser insensíveis,
não serem apreciativas,
e serem asperamente críticas relativamente
aos nossos esforços para
as amarmos e servirmos.
Acabaríamos por nos sentir desencorajados
e derrotados.

O "amor de Cristo"
- o nosso amor por Ele -
é a única motivação suficiente que nos
permitirá permanecer na rota,
e continuar a apascentar o rebanho de Deus.

Assim Jesus pergunta-me a mim e a ti:
"Amas-Me? Apascenta as Minha ovelhas."

É O AMOR A CRISTO QUE NOS
CAPACITA A AMAR OS SEUS FILHOS.

TEXTO: David Roper
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 04 de Janeiro de 2.009.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Feliz 2009

Talvez 2008 não seja aquele que tenhamos esperado.
Muitos dos nossos planos não foram realizados,
muitos dos nossos sonhos foram desfeitos
e os projetos começados ficaram ainda à espera
de um acabamento.

Terminamos o ano com aquela sensação de que
poderíamos ter aproveitado mais as oportunidades,
ter gasto mais tempo com o que é produtivo,
com as coisas do coração,
com as coisas que realmente valem a pena
nossa passagem pela terra.

E 2009 chega com novas promessas
que nos fazemos e nós e aos outros,
nas quais acreditamos,
mas sem muita convicção,
pois nos falta fé.

Uma coisa que talvez não tenhamos
consciência e que precisemos aprender é que
não são os grandes feitos que
fazem grandes pessoas.

A areia na praia é um conjunto de grãozinhos
e um punhado desses já nos dá
a impressão de paraíso.

Todas as coisas,
pequenas ou grandes,
gestos, atitudes, decisões,
que nos são colocadas nas mãos,
são nossa responsabilidade e cada um de nós
é um instrumento precioso de Deus na terra.

Pouco importa se a casa não foi construída,
se o sonho não foi realizado,
se o amor não chegou ou foi-se embora,
se a vida não se completou,
o ano termina,
mas não acaba a vida.

Nós não acabamos!!!

O importante e que Deus leva em consideração
é a nossa disposição em realizar as
tarefas que nos são dadas,
o quanto do nosso coração colocamos
e o esforço das nossas mãos.

O pouco que realizamos com o muito que
nos dispomos preenche todo
o coração de Deus.

Tudo o que Ele coloca nas nossas mãos é prova
da Sua confiança em nós e na nossa capacidade.
Ele nunca mede nossa incapacidade,
ele acredita em nós e em nossos
sonhos que nunca são em vão.

Não comece o ano com o pé direito ou esquerdo,
segundo a tradição, comece com todo você,
todo seu corpo,
toda a sua vontade e todo o seu coração.

Prometa dar o melhor de si em cada passo,
sem medir esforços e os outros virão por si só.

A vida é uma caminhada,
é uma escada onde não podemos
saltar degraus.

Tudo tem seu tempo,
sua hora,
sua forma e o que para nós pode
parecer pequeno e insignificante
poderá alterar vidas,
dar cores ao mundo e trazer as finas
chuvas de felicidade que
tanto fazem bem.

Tenha um abençoado 2009!!!

TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 28 de Dezembro de 2.008.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Eu acredito no Natal

São as circunstâncias da vida que vão
marcando nosso coração,
fazendo dele uma flor aberta e livre
ou uma pedra resistente às durezas da vida.

Tudo o que acontece no mundo,
as catástrofes naturais, as agressões físicas,
morais e espirituais,
a incerteza de um amanhã estável,
as perdas que sofremos sem compreender,
a diferença e indiferença das pessoas abalam-nos,
corroem-nos e rompem até as fibras mais
resistentes do nosso coração.

Continuar a acreditar na beleza,
no bem e na eternidade que nos espera
de braços abertos é travar uma luta consigo
mesmo e guardar as convicções
que sempre nos mantiveram de pé.

Ter fé nas aflições,
coragem nas tribulações,
cabeça erguida e passos firmes
quando tudo nos impulsiona para a queda
é manter o lírio branco,
suave e perfumado no meio do lodo.

É tornar-se excepcional quando tudo
no mundo parece igual.

Diz a bíblia:
"de todas as coisas que se deve se guardar,
guarde o seu coração."

Certamente essa é uma das tarefas mais árduas
jamais pedidas a nós.

Guardar o coração limpo, puro,
inteiro e sensível o bastante para que
ainda continuemos a acreditar no homem,
no bem e em tudo o que Deus
planejou para nós.

Eu ainda acredito no NATAL
e todo o bem que ele pode trazer.

Acredito na fraternidade que ele desperta,
na amizade que acorda no nosso
coração e na esperança que faz renascer,
como as flores renascem depois
de cada inverno.

Acredito em Deus,
que acredita em mim e em todos aqueles que,
apesar de tudo,
persistem em guardar o seu coração...

TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 21 de Dezembro de 2.008.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

O bem do desapego

É quando nos preparamos para
mudar que percebemos a
quantidade de coisas que guardamos
sem necessidade.

Nem sabemos por que o fazemos,
mas temos medo de um dia precisar
disso ou daquilo e vamos
acumulando nossas preciosidades,
se assim podemos dizer.

Grande armário é o nosso coração
e a nossa alma!
Imagino que se um dia tivéssemos que
"mudar" esse pedacinho de nós,
encontraríamos nele muitas coisas
desnecessárias das quais
tivemos dificuldade para
nos desvencilhar.

Como nos nossos armários
há roupas que nem nos cabem mais,
nas gavetas objetos inúteis,
há nesse nosso coração certamente
sentimentos que há muito
deixaram de nos servir,
mas que continuam intactos,
como se o tempo para eles
não tivesse passado.

As águas correm nos rios,
mas não no nosso interior.
Elas levam o que encontram pela frente,
mas nós nos apegamos
ao inútil e nos impedimos assim
de desembocar no grande
mar da vida que nos oferece
novos horizontes.

Se um dia decidirmos mudar
de casa e nos oferecermos uma nova vida,
não precisamos deixar
tudo e nem carregar tudo.
Um coração sábio saberá escolher
o que deve ser
aproveitado ou não.

Os carinhos que recebemos
permanecerão intactos,
mesmo se as flores se secaram
e as cartas se perderam.

Antigas e amareladas mágoas
nunca têm utilidade,
a não ser para envelhecer
e entristecer nossa alma.

Coisas que começamos
e nunca terminamos ou continuamos,
ou desistimos.

Não é vergonhoso deixar coisas para trás,
pesado mesmo e seguir
em frente carregando essas mesmas
coisas que nem sabemos
onde vamos colocar.

Valioso demais é nosso coração
para que seja maltradado,
para que seja a ele negada
a chance de se oferecer novas
oportunidades e novos ares.

Cultivar no seu jardim
a flor do desapego não significa
amar menos ou deixar de apreciar
o que de bom a vida nos oferece.

Apenas mudar nosso olhar
em relação ao mundo e se dizer
que as coisas realmente bonitas
e importantes ficam gravadas para
sempre nas paredes da nossa alma,
seja qual for nosso caminho.

TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 14 de Dezembro de 2.008.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Tempestades

Aos olhos de quem assiste de longe,
depois da tempestade que sacudiu a vila,
restou apenas os escombros de uma vida,
restos de uma história que agora jazem no chão.

Fotografias, eletrodomésticos, móveis,
tudo destruído e embolados pela lama.
Lágrimas...

Mas,
para o dono da casa existe algo mais,
em cada canto de parede uma história,
emoções que não contam no censo,
lutas, conquistas, celebrações,
derrotas, contratempos e decepções,
tudo embolado com a lama.
Mas ninguém vê.
Sentimentos...

Eis o que resta de toda vida,
as emoções vividas, o bom combate travado,
o que sentimos e guardamos na alma.

Sempre:
o cheiro da nossa fronha, não o travesseiro,
a sensação da nossa cama, não o colchão,
o conforto da nossa roupa, não a etiqueta da calça,
a proteção do nosso calçado, não a origem do sapato.
o amor que sentimos,
não o que esperamos de alguém.
Certezas...

Tudo pode estar no chão agora,
podem ter roubado tudo de você,
a sua paz, o seu chão, até a sua liberdade,
só não deixe que roubem as suas certezas,
o que você já tem em seu interior,
o conhecimento, a vivência, o amor.

São esses os materiais que você
precisa agora e sempre,
para reconstruir a sua "casa" depois do furacão,
e enquanto todos enxergam destroços,
você, com esperança e certeza,
vai enxergar a vida que se abre para
"o reconstruir",
e tudo começa agora,
com essa vontade louca de ser feliz!

Não desista de você!

Eu acredito em você!

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 07 de Dezembro de 2.008.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Aparências

Talvez, dentro de um ônibus apertado,
ou em seu carro velhinho, ao ver alguém passando
com o carro zero que você tanto sonha,
você inveje essa pessoa,
sem saber que ali está uma pessoa aflita,
com prestações atrasadas
e perto de perder o que nem conquistou.

Não se deixe levar pelas aparências,
nem se fie em palavras ou discursos,
observe os atos, os resultados.

Não se preocupe em ser o gênio da escola,
já vi os "menos inteligentes" da sala,
anos depois se transformares em
donos de empresas,
e até aqueles que fugiram da escola,
chegarem a presidência...

Por isso:
Não olhe para o que você tem,
nem se apegue ao que disseram,
as pragas que rogaram,
ou o que deixaram de dizer,
não procure pelos diplomas na parede,
olhe para dentro de você,
para os seus objetivos.

Não importa quanto você tem,
mas quanto quer ganhar.
Não importa o que vai fazer,
mas como vai fazer,
por isso, alma querida,
faça sempre o seu melhor.

Olhe para os objetivos como se fossem montanhas,
e avance, passo a passo,
degrau por degrau,
em breve,
apesar do cansaço e dos tropeços,
a montanha vai diminuindo e ficando
cada vez menor,
e você, com a vitória nas mãos,
cada vez maior.

Eu acredito em você

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 30 de Novembro de 2.008.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Se o amor pudesse gritar

Não sei dizer se é a falta do tempo,
ou não querer perdê-lo,
que nos leva a buscar coisas prontas ou pelo
menos que nos dêem o menos trabalho possível.

É como se quiséssemos cortar
caminho para chegar ao mesmo ponto
que o coração visa.

No nosso relacionamento com outras
pessoas temos também uma certa tendência a,
ao invés de construir relações,
querer encontrar coisas feitas,
situações prontas e que nos dêem segurança.

Construir significa ter trabalho,
empenhar-se, dar de si e, por que não,
ceder e perder-se um pouco na busca
de um encontro profundo.

Nos lamentamos pelo que não foi
construído para nós e nos esquecemos
do nosso poder de reparar,
recuperar e reconstruir.

Se temos um sonho,
por que esperar que outros ponham
as escadas no caminho para que
subamos às nuvens?
Colocando, nós, cada degrau,
saberemos onde estaremos pisando.

Aquilo que exige de nós tempo
e esforço merecerá uma alegria muito
maior no dia da conquista.

Uma das histórias reais e mais bonitas
que conheço é essa dessa filha que foi abandonada
pela mãe quando criança.
Ela cresceu com o sonho de ter
uma mãe e já na idade adulta
procurou pela mesma,
colocando de lado todos os porquês
de tanto abandono,
de tantos anos de dor e solidão.

Ela "decidiu" ter a mãe e tem.
Cuida dela como se fosse a flor mais linda
e preciosa do mundo,
por que ela conhece o que é desejar
e não ter e escolheu não viver a vida
lamentando-se pelo tempo perdido.

Constrói álbuns à partir do tempo que recuperou,
vai acumulando lembranças para o dia do amanhã
e saudade sincera para o possível dia da partida.

Penso que abençoada é essa mãe
e preciosa é essa filha.
Precioso é esse ser humano.

Nossas razões nos colocam limitações.
Os erros alheios nos parecem imperdoáveis
e punidos somos nós pela rejeição
da construção de uma vida diferente e nova,
os quais seríamos o arquiteto,
pedreiro e feliz proprietário.

Quando deixamos de falar com uma
pessoa porque nosso coração ficou ferido,
vamos colocando a felicidade num
passo a frente e aquele momento
de zanga fica perdido.

Se tínhamos dez oportunidades de sermos felizes,
teremos apenas nove porque nosso coração
foi orgulhoso demais e isso falou mais alto.

Toda felicidade não é utopia.
Utopia é pensar que permanecendo na
nossa dureza e guardando nossas razões
estaremos ganhando alguma coisa.

Sonhos não são quimeras,
são desejos que nosso coração pode realizar.

Se o amor pudesse sempre gritar,
se ele pudesse segurar nosso rosto para
a direção do sol e das flores,
seríamos mais felizes,
menos sérios, menos graves,
mais leves,
mais próximos do céu.

TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 23 de Novembro de 2.008.