É incrível como em várias
situações da vida nos tornamos
cegos a certas coisas.
Vemos o que queremos ver,
sabemos o que queremos saber
e tudo o mais toma uma
importância tão mínima que quase
desaparece da nossa memória.
É assim que muitas pessoas
toleram situações que,
se assim não fosse,
se tornariam insuportáveis.
Mas como todas as moedas
têm dois lados,
nem sempre ignorar os fatos
nos ajuda a melhor viver.
Precisamos saber reconhecer
o que está nas entrelinhas da vida,
buscar a honestidade relacionada
a uma situação,
uma pessoa, a si mesmo,
à própria vida.
Se nos cegamos
voluntariamente a algo importante,
o fardo não se torna mais leve.
Apenas fugimos para
lugar nenhum.
O fato de não vermos um
problema não o torna inexistente e,
sejamos francos,
não nos machuca menos.
Quantas e quantas vezes
sentimos que algo nos incomoda,
vivemos num mal-estar quase
constante e continuamos
a prosseguir.
Se procurarmos ver um
pouco mais profundamente,
honestamente e sem medo,
com ou sem ajuda,
encontraremos a raiz do mal.
Fazer face à certas coisas
poderá provocar muitas lágrimas.
Mas lágrimas benditas,
que nos ajudarão a evacuar a
dor e provocarão o profundo suspiro
de alívio depois de algum tempo.
Eu sei que não é fácil abrir o coração,
escancarar a alma e resolver tudo
como num passe de mágica.
Sei que não é de uma hora
pra outra que tudo se
torna claro e visível.
E é para isso que
existe o tempo.
Porém a porta do querer
saber deve ser aberta por nós.
Depois outras portas se abrirão,
devagarzinho, até a última,
que nos mostrará a luz do dia,
nos dirá que a vida é bela,
apesar de tudo o que vivemos
ou tivemos que passar.
Nos possíveis e impossíveis da vida,
muito está nas nossas mãos.
Jesus disse:
"Quem tem ouvidos para ouvir,
ouça."
A melhor maneira de ler
as entrelinhas da vida é com os olhos
fechados em oração
e súplica Àquele que cuida de
nós nos mínimos detalhes e que,
para nos dar exemplo,
foi como nós,
carregou um fardo e
também chorou.
TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 17 de Outubro de 2.010.
Um grupo gratuito e solidário. Enviamos todos os domingos aos nossos amigos cadastrados mensagens de paz, amor, caridade, fraternidade, etc. Nossas mensagens são leves e não contém arquivos executáveis. Apenas midi(música), figura(jpeg) e texto(html). Venha fazer parte deste grupo que cresce todos os dias. Será uma grande alegria ter você conosco. Boa estada.
sábado, 16 de outubro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Tempestade em copo d'água
Fazer tempestade em copo
d'água é dar a uma situação uma
importância muito maior do que
ela tem ou merecer ter.
Vê-la, talvez,
com os olhos do desespero
e com a inquietação da alma.
São os pequenos acontecimentos
de cada dia que vão formando
nossa história,
com outra ou outras pessoas.
Esses fatos têm uma importância
singular para cada um e para que
sejamos justos numa relação,
é necessário não julgarmos o tamanho
que cada coisa ocupa na vida
da outra pessoa.
O que é importante para o outro,
pode ser simples para
mim e vice-versa.
Nunca podemos desprezar
ou minimizar os sentimentos de
uma outra pessoa ou sua reação,
somente porque aquilo é menos
importante pra gente,
pois quem mente a si mesmo,
acredita nas próprias mentiras.
Quando uma pessoa exagerar
numa reação e disser a você
que isso a machuca,
não menospreze.
Ela realmente sente e importa
pouco se a dor é grande ou pequena.
Tente,
com muita ternura,
abraçar o coração dela.
Se for o caso de realmente
ser uma tempestade num
copo d'água,
a calma virá mais rápido se
sua reação for de uma pessoa
compreensiva e que respeita
a dor alheia.
Quando se trata da vida,
atiçamos o vento e produzimos a chuva,
acalmamos as tempestades
e trazemos com nossas próprias
mãos o sol de volta.
É bastante um olhar,
um grande coração,
um gesto de compreensão
e todas as tempestades da
vida se tornarão suaves
ventos de primavera.
E a colheita de flores,
juntamente com a dos frutos,
é a mais abençoada de todas.
AUTORIA: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 10 de Outubro de 2.010.
d'água é dar a uma situação uma
importância muito maior do que
ela tem ou merecer ter.
Vê-la, talvez,
com os olhos do desespero
e com a inquietação da alma.
São os pequenos acontecimentos
de cada dia que vão formando
nossa história,
com outra ou outras pessoas.
Esses fatos têm uma importância
singular para cada um e para que
sejamos justos numa relação,
é necessário não julgarmos o tamanho
que cada coisa ocupa na vida
da outra pessoa.
O que é importante para o outro,
pode ser simples para
mim e vice-versa.
Nunca podemos desprezar
ou minimizar os sentimentos de
uma outra pessoa ou sua reação,
somente porque aquilo é menos
importante pra gente,
pois quem mente a si mesmo,
acredita nas próprias mentiras.
Quando uma pessoa exagerar
numa reação e disser a você
que isso a machuca,
não menospreze.
Ela realmente sente e importa
pouco se a dor é grande ou pequena.
Tente,
com muita ternura,
abraçar o coração dela.
Se for o caso de realmente
ser uma tempestade num
copo d'água,
a calma virá mais rápido se
sua reação for de uma pessoa
compreensiva e que respeita
a dor alheia.
Quando se trata da vida,
atiçamos o vento e produzimos a chuva,
acalmamos as tempestades
e trazemos com nossas próprias
mãos o sol de volta.
É bastante um olhar,
um grande coração,
um gesto de compreensão
e todas as tempestades da
vida se tornarão suaves
ventos de primavera.
E a colheita de flores,
juntamente com a dos frutos,
é a mais abençoada de todas.
AUTORIA: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 10 de Outubro de 2.010.
sábado, 2 de outubro de 2010
QUANDO A DOR NOS VISITAR
O que faz doer nem sempre
tem causa aparente.
Dor é um acontecimento sem datas.
Prolonga-se no tempo
e contraria todas as regras
dos argumentos.
Eu não sei o que dói.
Eu não sei quando começou doer.
O que sei é que a dor é a identificação
mais profunda da condição humana.
Dela é que nasce
a expressão do cuidado.
A dor sinaliza que algo
precisa ser curado,
que algo carece de presença,
olhar atento e esforço redobrado.
Dores são diversas.
São físicas, emocionais,
psíquicas.
Dores de toda hora,
de vez em quando,
ao cair da tarde,
com o chegar das primeiras
estrelas ou com os
primeiros raios de sol.
Dores não conhecem o tempo.
Chegam quando querem.
Elas se acomodam nos
cantos da alma,
nos centros das carnes e ficam.
Os que já sofreram muitas
dores aprenderam a
lidar com elas.
Elas amadurecem.
Eu tenho um amigo travando
uma luta ferrenha com essas
visitantes estranhas.
Os olhos brilhavam um pouco mais.
O sorriso que lhe é tão próprio
não se desfez em nenhum momento,
mas apenas cedeu lugar para
uma forma mais sublime de sorrir.
Era a dor chegando com
sua lousa e giz,
pronta pra ensinar.
Ele tem sabido aprender.
Tenho orgulho do meu amigo e sei,
que mais cedo ou mais tarde,
eu receberei as lições desse aprendizado.
Sofri com ele, mas de longe.
Não posso ficar ao lado.
Eu experimento a dor à distância.
Experimento a dor que tem sido minha,
e que de alguma forma é
a dele também.
Dores criam esquinas inesperadas.
Não sabemos dar nome ao
que nos faz sofrer,
soframos abraçados aos que
nos amam de verdade.
AUTORIA: Padre Fábio de Melo
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 03 de Outubro de 2.010.
tem causa aparente.
Dor é um acontecimento sem datas.
Prolonga-se no tempo
e contraria todas as regras
dos argumentos.
Eu não sei o que dói.
Eu não sei quando começou doer.
O que sei é que a dor é a identificação
mais profunda da condição humana.
Dela é que nasce
a expressão do cuidado.
A dor sinaliza que algo
precisa ser curado,
que algo carece de presença,
olhar atento e esforço redobrado.
Dores são diversas.
São físicas, emocionais,
psíquicas.
Dores de toda hora,
de vez em quando,
ao cair da tarde,
com o chegar das primeiras
estrelas ou com os
primeiros raios de sol.
Dores não conhecem o tempo.
Chegam quando querem.
Elas se acomodam nos
cantos da alma,
nos centros das carnes e ficam.
Os que já sofreram muitas
dores aprenderam a
lidar com elas.
Elas amadurecem.
Eu tenho um amigo travando
uma luta ferrenha com essas
visitantes estranhas.
Os olhos brilhavam um pouco mais.
O sorriso que lhe é tão próprio
não se desfez em nenhum momento,
mas apenas cedeu lugar para
uma forma mais sublime de sorrir.
Era a dor chegando com
sua lousa e giz,
pronta pra ensinar.
Ele tem sabido aprender.
Tenho orgulho do meu amigo e sei,
que mais cedo ou mais tarde,
eu receberei as lições desse aprendizado.
Sofri com ele, mas de longe.
Não posso ficar ao lado.
Eu experimento a dor à distância.
Experimento a dor que tem sido minha,
e que de alguma forma é
a dele também.
Dores criam esquinas inesperadas.
Não sabemos dar nome ao
que nos faz sofrer,
soframos abraçados aos que
nos amam de verdade.
AUTORIA: Padre Fábio de Melo
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 03 de Outubro de 2.010.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
O mundo das provações
O sol não brilha todos os dias,
mas é assim para todo mundo
e todos sabem disso.
A impressão que temos,
portanto,
na maioria das vezes,
não é de viver uma coisa que
outros não viveram,
mas que para nós tudo chega
ao mesmo tempo,
como se estivéssemos abandonados
à má sorte ou
a um grande vendaval.
De grandes, adultos e sábios,
nos tornamos crianças que
se perdem em porquês.
Tudo tem uma causa,
uma razão, um porquê.
Nem sempre as coisas acontecem
por que têm que acontecer,
mas muitas delas são resultados
de situações que criamos.
E passamos assim por provações
que nada mais servem que nos deixar
mais abertos e preparados para a vida,
mais maduros e mais vividos.
Claro que preferiríamos aprender
de outras maneiras,
sem passar por isso ou aquilo,
sem o desagradável sentimento
de culpabilidade que nos carrega
depois de muitas situações
que vivemos.
Mas quem cresce sem ter
sido primeiro pequeno?
Quem se levanta sem
ter caído e quem
sobe sem estar embaixo?
Há coisas na vida que são
necessárias
e não podemos evitá-las.
O que podemos fazer é não deixar
que o desânimo tome conta de
nós a ponto de nos deixar fragilizados
e receptivos a outras coisas
que se seguem.
Quando esperamos por coisas boas,
estas nos acenam,
mas o contrário é bem
verdade também.
Provar da vida é conhecê-la
nos mínimos detalhes.
É aceitar o inevitável,
dizer sim ou não ao que
se apresenta,
levantar a cabeça e olhar
para a frente
como os grandes que,
mesmo perdendo tudo,
souberam guardar a fé.
Jesus foi Rei e Sua
coroa não foi de flores.
Não somos, absolutamente,
maiores que Ele.
E se não precisamos trilhar
o caminho da cruz,
devemos aceitar a idéia de que,
vez ou outra,
é importante carregá-la.
AUTORIA: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 26 de Setembro de 2.010
mas é assim para todo mundo
e todos sabem disso.
A impressão que temos,
portanto,
na maioria das vezes,
não é de viver uma coisa que
outros não viveram,
mas que para nós tudo chega
ao mesmo tempo,
como se estivéssemos abandonados
à má sorte ou
a um grande vendaval.
De grandes, adultos e sábios,
nos tornamos crianças que
se perdem em porquês.
Tudo tem uma causa,
uma razão, um porquê.
Nem sempre as coisas acontecem
por que têm que acontecer,
mas muitas delas são resultados
de situações que criamos.
E passamos assim por provações
que nada mais servem que nos deixar
mais abertos e preparados para a vida,
mais maduros e mais vividos.
Claro que preferiríamos aprender
de outras maneiras,
sem passar por isso ou aquilo,
sem o desagradável sentimento
de culpabilidade que nos carrega
depois de muitas situações
que vivemos.
Mas quem cresce sem ter
sido primeiro pequeno?
Quem se levanta sem
ter caído e quem
sobe sem estar embaixo?
Há coisas na vida que são
necessárias
e não podemos evitá-las.
O que podemos fazer é não deixar
que o desânimo tome conta de
nós a ponto de nos deixar fragilizados
e receptivos a outras coisas
que se seguem.
Quando esperamos por coisas boas,
estas nos acenam,
mas o contrário é bem
verdade também.
Provar da vida é conhecê-la
nos mínimos detalhes.
É aceitar o inevitável,
dizer sim ou não ao que
se apresenta,
levantar a cabeça e olhar
para a frente
como os grandes que,
mesmo perdendo tudo,
souberam guardar a fé.
Jesus foi Rei e Sua
coroa não foi de flores.
Não somos, absolutamente,
maiores que Ele.
E se não precisamos trilhar
o caminho da cruz,
devemos aceitar a idéia de que,
vez ou outra,
é importante carregá-la.
AUTORIA: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 26 de Setembro de 2.010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
O tédio e a tempestade
Tem dias que são assim mesmo,
dias de desencontro perfeito;
o que eu sonho, se distancia,
e o que eu menos quero,
é o que mais se aproxima.
As tardes são
caminhos monótonos
para a noite,
que é uma estrada de
linhas retas,
sem fim.
O sonho não chega,
e quando vem,
é sem cor.
Dias onde as noites são
sempre assim,
cinzas,
como céu sem estrelas,
praia sem ondas,
rio sem marolas.
E quando começa
acreditar que nada vai mudar,
chega uma chuva
de emoções,
uma tempestade de novos
sentimentos,
uma ventania de razões
que destoa de tudo,
é o amor,
a paixão fulminante,
que tudo transforma,
torna tudo tão vibrante.
Assim, seu jardim,
outrora seco e sem vida,
se enche de flores,
nesse peito de amores,
onde o nada é tudo,
e o tudo,
apenas uma partícula.
Quando estamos amando,
as noites se enchem de perfume,
os dias são preenchidos
pela esperança,
a alma fica doce,
com jeito de criança.
Que o amor tome conta
da sua vida,
e antes que você reclame,
ou diga,
que já sofreu demais,
que não acredita no amor,
deixe de lado esse sentimento bobo,
esse rancor.
Prepare-se para viver
a plenitude.
O amor não pede para entrar,
ele invade,
não é mansidão,
nem quietude.
Prepare-se!
O amor está onde não
o procuramos,
está onde sempre esteve,
tão perto e tão longe,
ao alcance das mãos aflitas,
bocas sedentas,
de corpos ansiosos,
coração que esquece a razão,
é pura emoção.
Se as mãos tremerem,
o coração disparar,
se não conseguir desviar o olhar,
se não conseguir esquecer,
não adianta correr,
nem tentar se esconder,
o amor te pegou e agora é só viver.
Seja feliz!
Eu acredito em você
TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 19 de Setembro de 2.010.
dias de desencontro perfeito;
o que eu sonho, se distancia,
e o que eu menos quero,
é o que mais se aproxima.
As tardes são
caminhos monótonos
para a noite,
que é uma estrada de
linhas retas,
sem fim.
O sonho não chega,
e quando vem,
é sem cor.
Dias onde as noites são
sempre assim,
cinzas,
como céu sem estrelas,
praia sem ondas,
rio sem marolas.
E quando começa
acreditar que nada vai mudar,
chega uma chuva
de emoções,
uma tempestade de novos
sentimentos,
uma ventania de razões
que destoa de tudo,
é o amor,
a paixão fulminante,
que tudo transforma,
torna tudo tão vibrante.
Assim, seu jardim,
outrora seco e sem vida,
se enche de flores,
nesse peito de amores,
onde o nada é tudo,
e o tudo,
apenas uma partícula.
Quando estamos amando,
as noites se enchem de perfume,
os dias são preenchidos
pela esperança,
a alma fica doce,
com jeito de criança.
Que o amor tome conta
da sua vida,
e antes que você reclame,
ou diga,
que já sofreu demais,
que não acredita no amor,
deixe de lado esse sentimento bobo,
esse rancor.
Prepare-se para viver
a plenitude.
O amor não pede para entrar,
ele invade,
não é mansidão,
nem quietude.
Prepare-se!
O amor está onde não
o procuramos,
está onde sempre esteve,
tão perto e tão longe,
ao alcance das mãos aflitas,
bocas sedentas,
de corpos ansiosos,
coração que esquece a razão,
é pura emoção.
Se as mãos tremerem,
o coração disparar,
se não conseguir desviar o olhar,
se não conseguir esquecer,
não adianta correr,
nem tentar se esconder,
o amor te pegou e agora é só viver.
Seja feliz!
Eu acredito em você
TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 19 de Setembro de 2.010.
Cada tempo tem o seu tempo
Não tenho o poder de
tirar a sua dor,
e acredito que ninguém
o tem.
Nem mesmo Deus,
pode interferir no nosso arbítrio,
se é tempo de chorar,
chore,
se é tempo de geme,
gema,
se é tempo de recordar,
recorde,
se é tempo de saudade profunda,
sinta-a.
Mas,
não se demore além do
tempo necessário.
Tempo que o próprio tempo
vem dizer-lhe.
Este sim,
poderoso consolador,
vem abrandar,
jamais apagar,
a marca da dor,
usando a alquimia das horas,
a magia simples do amor.
Por isso,
não te peço que esqueça
o ente querido,
ou o amigo inesquecível
que morreu.
Não te peço que arrume
outro amor hoje,
para esquecer este que
tanto marcou e partiu.
Nem sou louco para te pedir
que perdoe imediatamente,
quem tanto mal te fez.
Nem eu, nem Deus,
que tudo espera.
Senhor do tempo,
Senhor do Amor,
envia refrigérios para a alma aflita,
na forma de uma música bonita,
uma mensagem bem escrita,
uma poesia,
ainda que sem rima,
que toca no coração,
pega a sua mão e diz:
-Vem, é tempo de renascer.
Se a lágrima que
ainda rola no seu rosto,
queima a face,
é tempo de refletir.
Talvez seja a hora
de recomeçar o caminho,
seguir pela estrada que
ainda reclama passos,
ir adiante,
além da dor e do grito,
rumo ao seu futuro,
rumo ao infinito.
Deus te ama profundamente.
Eu acredito em você
TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 12 de Setembro de 2.010.
tirar a sua dor,
e acredito que ninguém
o tem.
Nem mesmo Deus,
pode interferir no nosso arbítrio,
se é tempo de chorar,
chore,
se é tempo de geme,
gema,
se é tempo de recordar,
recorde,
se é tempo de saudade profunda,
sinta-a.
Mas,
não se demore além do
tempo necessário.
Tempo que o próprio tempo
vem dizer-lhe.
Este sim,
poderoso consolador,
vem abrandar,
jamais apagar,
a marca da dor,
usando a alquimia das horas,
a magia simples do amor.
Por isso,
não te peço que esqueça
o ente querido,
ou o amigo inesquecível
que morreu.
Não te peço que arrume
outro amor hoje,
para esquecer este que
tanto marcou e partiu.
Nem sou louco para te pedir
que perdoe imediatamente,
quem tanto mal te fez.
Nem eu, nem Deus,
que tudo espera.
Senhor do tempo,
Senhor do Amor,
envia refrigérios para a alma aflita,
na forma de uma música bonita,
uma mensagem bem escrita,
uma poesia,
ainda que sem rima,
que toca no coração,
pega a sua mão e diz:
-Vem, é tempo de renascer.
Se a lágrima que
ainda rola no seu rosto,
queima a face,
é tempo de refletir.
Talvez seja a hora
de recomeçar o caminho,
seguir pela estrada que
ainda reclama passos,
ir adiante,
além da dor e do grito,
rumo ao seu futuro,
rumo ao infinito.
Deus te ama profundamente.
Eu acredito em você
TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 12 de Setembro de 2.010.
Entre nós
Amar é importante.
Sentir o amor,
sentir-se amado é importante.
O grande mal que atinge
o mundo é a ausência daquilo que
chamamos o maior
de todos os sentimentos e a maior
dentre todas as coisas.
Não falo aqui do amor carnal,
embora este entre em conta
na contabilidade da felicidade
de cada um de nós.
O que falo é
no amor que gera a atenção,
aquele devido e reclamado
por cada ser,
mas mais reclamado que tudo,
como se o dar não fizesse parte do
acordo implícito em cada
relação humana.
As pessoas
desinteressam-se das outras,
porque dizem-se ter o suficiente
com os próprios problemas.
E o têm, provavelmente.
Mas o que gera o isolamento,
a solidão temida,
é justamente querer receber
aquilo que nos recusamos a dar.
O que falta é a atenção necessária
ao outro para sentir-se,
pelo menos,
ouvido e parte integrante
na roda da vida.
Cada um fala por si e poucos
são os que se importam realmente
com que o outro diz,
com seus reais sentimentos,
suas reais razões.
Muitas e muitas
vezes quando um fala,
o outro já está
preparando-se para dizer,
sem ponderar,
aquilo que ele mesmo
pensa ou sente.
Pessoas tornam-se assim,
surdas às outras,
porque só conseguem
ouvir a voz do próprio egoísmo,
não por maldade,
mas pelo apelo das próprias
necessidades.
Pessoas juntas sentem-se sozinhas,
casais unidos pela vida
sentem-se abandonados,
amigos criam relações superficiais,
pais e filhos distanciam-se.
Olhar nos olhos do outro é importante.
Perceber a dor ou a felicidade
e compartilhar dela é fundamental ao
outro na sua necessidade de
se sentir amado.
Poucos, raros mesmo,
são os que param o que estão
fazendo quando o companheiro,
amigo ou colega de trabalho
precisam falar.
Parte do que se diz fica
desconectada no ar e
a outra parte,
invariáveis vezes,
esquecidas depois.
Numa fração de segundo a frase
"do que mesmo estávamos falando?"
pode entrar na conversa,
deixar um sem ação e o
outro sem graça.
A atenção dada ou recebida faz
parte do tratamento e da cura
dos males que tomam
conta do mundo,
ela reforça relações,
cria laços, solda,
une e faz bem.
Não ouvimos Deus porque
não queremos ouvir,
porque, quem sabe,
o que Ele quer nos dizer nos
desagrada e contraria,
mas Ele fala e só percebemos
isso depois com o infalível
"eu sabia"
que nos fere como um punhal.
Não somos ouvidos por Ele porque
não abrimos inteiramente nosso eu,
temos sempre pressa,
estamos sempre ocupados.
Entre Deus e nós e entre nós
e os outros somos os que
definimos o tipo de relação que temos.
Podemos colocar o primeiro
tijolo ou esperar que
alguém o faça.
Porém a ordem com que
este é colocado influencia
e determina cada um dos nossos
passos e abre ou fecha para nós
as portas do paraíso.
TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 05 de Setembro de 2.010.
Sentir o amor,
sentir-se amado é importante.
O grande mal que atinge
o mundo é a ausência daquilo que
chamamos o maior
de todos os sentimentos e a maior
dentre todas as coisas.
Não falo aqui do amor carnal,
embora este entre em conta
na contabilidade da felicidade
de cada um de nós.
O que falo é
no amor que gera a atenção,
aquele devido e reclamado
por cada ser,
mas mais reclamado que tudo,
como se o dar não fizesse parte do
acordo implícito em cada
relação humana.
As pessoas
desinteressam-se das outras,
porque dizem-se ter o suficiente
com os próprios problemas.
E o têm, provavelmente.
Mas o que gera o isolamento,
a solidão temida,
é justamente querer receber
aquilo que nos recusamos a dar.
O que falta é a atenção necessária
ao outro para sentir-se,
pelo menos,
ouvido e parte integrante
na roda da vida.
Cada um fala por si e poucos
são os que se importam realmente
com que o outro diz,
com seus reais sentimentos,
suas reais razões.
Muitas e muitas
vezes quando um fala,
o outro já está
preparando-se para dizer,
sem ponderar,
aquilo que ele mesmo
pensa ou sente.
Pessoas tornam-se assim,
surdas às outras,
porque só conseguem
ouvir a voz do próprio egoísmo,
não por maldade,
mas pelo apelo das próprias
necessidades.
Pessoas juntas sentem-se sozinhas,
casais unidos pela vida
sentem-se abandonados,
amigos criam relações superficiais,
pais e filhos distanciam-se.
Olhar nos olhos do outro é importante.
Perceber a dor ou a felicidade
e compartilhar dela é fundamental ao
outro na sua necessidade de
se sentir amado.
Poucos, raros mesmo,
são os que param o que estão
fazendo quando o companheiro,
amigo ou colega de trabalho
precisam falar.
Parte do que se diz fica
desconectada no ar e
a outra parte,
invariáveis vezes,
esquecidas depois.
Numa fração de segundo a frase
"do que mesmo estávamos falando?"
pode entrar na conversa,
deixar um sem ação e o
outro sem graça.
A atenção dada ou recebida faz
parte do tratamento e da cura
dos males que tomam
conta do mundo,
ela reforça relações,
cria laços, solda,
une e faz bem.
Não ouvimos Deus porque
não queremos ouvir,
porque, quem sabe,
o que Ele quer nos dizer nos
desagrada e contraria,
mas Ele fala e só percebemos
isso depois com o infalível
"eu sabia"
que nos fere como um punhal.
Não somos ouvidos por Ele porque
não abrimos inteiramente nosso eu,
temos sempre pressa,
estamos sempre ocupados.
Entre Deus e nós e entre nós
e os outros somos os que
definimos o tipo de relação que temos.
Podemos colocar o primeiro
tijolo ou esperar que
alguém o faça.
Porém a ordem com que
este é colocado influencia
e determina cada um dos nossos
passos e abre ou fecha para nós
as portas do paraíso.
TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 05 de Setembro de 2.010.
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