sexta-feira, 24 de abril de 2009

Fique Firme, não desista ...

Desistir é uma solução permanente
para um problema temporário.
* James MacArthur *

Eu fico imaginando quantas pessoas
desistiram dos seus sonhos apenas duas ou
três semanas antes de conseguirem
aquela realização tão esperada.

Um dos maiores desafios rumo a uma realização
bem-sucedida é o de manter um
senso de urgência em relação ao seu trabalho,
e ao mesmo tempo ser paciente
o suficiente para permanecer firme
o tempo que for necessário.

É absolutamente importante a presença
de três indispensáveis ingredientes:
acreditar, ter fé e confiar.

Primeiramente:
acreditar naquilo que você está fazendo.

Fé na certeza de que existe um Deus
que em momento algum o desamparará;
e confiar que mediante os valores
que você está estabelecendo,
o retorno fatalmente virá
numa forma multiplicada,
muitas e muitas vezes.

Se você trabalhar em algo o tempo suficiente,
e sinceramente der o melhor de si a cada dia,
e constantemente buscar novos
rumos e estratégias a fim de
aprimorar a sua perfórmance,
sem nenhuma dúvida você será bem-sucedido.

Tudo aquilo que é rico de genuíno
valor e significado toma tempo.

Não me interprete mal.
Com isso não estou
querendo dizer que você deverá
simplesmente esperar que as coisas
aconteçam naturalmente por si mesmas.

Saiba aonde você está indo;
dê o melhor ao seu trabalho;
dê tudo que é possível dar.

Providencie,
transmita os valores para o maior
número possível de pessoas,
e então você se dará conta de que a confiança
que depositou nos seus esforços
será ricamente recompensada.

Para Meditação

Tão-somente sê forte e mui corajoso
para teres o cuidado de fazer segundo
toda a lei que meu servo Moisés te ordenou;
dela não te desvies,
nem para a direita nem para a esquerda,
para que sejas bem-sucedido por
onde quer que andares.
# Josué, 1:7 #

TEXTO: Nélio da Silva
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 26 de Abril de 2.009.

sábado, 18 de abril de 2009

O tamanho da esperança

A esperança tem o tamanho da semente
que plantamos no nosso coração.

O que nos faz desistir com
freqüência de um caminho é a visão longíqua
demais do que deve ser percorrido.

Só de olhar, já desistimos.

Por essa razão não tomamos atitudes,
não recomeçamos um estudo,
não ousamos algo novo,
não nos construímos e nem damos
exemplos aos nossos.

Não descobrimos lugares novos,
não vamos visitar pessoas,
não fazemos planos
(ou fazemos e deixamos pela metade)
e não concretizamos muitas coisas que seriam
possíveis e proveitosas.

Nos cansamos antes do cansaço chegar.
É assim com muitas coisas do dia-a-dia:
a esperança abandona seu lugar tão facilmente
ao desânimo que no fim das contas não fazemos nada.

E um dia olhamos pra trás e nos dizemos
que se tivéssemos começado,
já teríamos terminado.

Talvez, quem sabe,
a terra do nosso coração esteja seca demais
para fazer brotar a semente da esperança.
Ou julgamos que essa semente é pequena demais
para produzir algo grande.

Que igenuidade da nossa parte!!!

O tamanho de uma
semente nada tem a ver com
o tamanho da planta!
Mas a fertilidade da terra,
sim.

Os corações devem ser terras menos áridas,
menos amargas,
mais dóceis e mais receptivas e tudo aquilo
que for plantado neles crescerá e prosperará.

O caminho a ser percorrido não deve
ser medido com os olhos
da desesperança.

Deus não vê o seu tamanho pela sua estatura,
mas pelo potencial que Ele só
conhece do seu íntimo.

Ele joga sementes de grandes esperanças
na terra do seu coração,
mas você deve arar a terra,
prepará-la e tomar a
sua parte de responsabilidade.

Os frutos, creia, serão seus!

O horizonte é maravilhoso demais e ele nos faz sonhar.
Mas olhe para seus pés e veja onde deve começar,
conte seus passos dando o melhor de
si mesmo e daqui a algum tempo você vai
poder olhar para trás e rir de satisfação.

Porque o tempo passa se você
fica parado ou se você caminha.
O que você realiza ou não depende de você
ter começado ou não.

Ouse acreditar! Ouse dar passos!
Ouse ousar!

Nós mesmos nascemos de pequenas sementes.
Nascemos da esperança de Deus,
que crê em nós e insiste.
Ele sabe que somos todos capazes
de chegar a algum lugar.

* * * * *

COMENTÁRIOS DA AUTORA

Eu sinto tanto amor quando trabalho na terra
que acho que as plantas se desenvolvem mais rápido
só pra ver minha felicidade.
É pretensão minha, mas eu vejo as flores,
muito antes delas brotarem, antes ainda dos galhos
ficarem verdes ou que elas ousem colocar um
brotinho para fora da terra.

Eu vigio o crescimento,
porque quando vejo o desenvolvimento,
sinto ainda mais energia e vontade de continuar
minha arte de jardinagem.

Aprendi com isso que a qualidade da terra
e o seu tratamento muito têm a ver com o resultado.
Ela deve ser remexida, revirada, irrigada, cuidada.
E isso exige de nós cuidado,
dedicação, atenção, paciência... muita paciência!
Uma planta que simplesmente jogamos
no chão poderá até brotar depois de muito esforço,
mas é raro:
sem cuidados ela seca e morre.

Penso que somos plantas onde Deus
vê muitas possibilidades.
Somos às vezes galhos secos e sem formas,
cansados, abatidos e feridos, mas Ele não desiste.
Ele nos dá, de todas as formas,
meios de nos fazer crescer e florescer,
nos dá até ajuda quando é disso que carecemos.
Não foi assim com Moisés que se julgava incapaz
de libertar todo um povo?
Não temos desculpas,
se sabemos que Deus olha por nós.

Deus nos dá a vida,
mas nós somos responsáveis por ela.
Deus nos dá um coração,
mas nós cuidamos dele.
A terra é nossa e existem sementes boas e más,
as que devem brotar e as que devem secar.
A escolha é nossa,
só nossa.

TEXTO E COMENTÁRIOS: Leticia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 19 de Abril de 2.009.
JESUS LIBERTO

Páscoa é Ressurreição!..
Ressurreição de Cristo.

É sua alma que
voltou a se unir ao mesmo corpo,
saindo vivo e vitorioso,
para nunca mais morrer.

Um Anjo anunciou,
que Jesus iria ressurgir do sepulcro.

Jesus, então, resnasceu,
para recomeçar uma nova vida.
( Jesus, então, renasceu)
Ele renasceu e deu Glória para todos:
" Vida, Esperança e Amor."

Caminhava pelos campos,
ao encontro de sua meditação de fé,
para toda a Humanidade.

A noite sacratíssima
é a grande noite de reflexão,
onde todos temos que refletir,
pois será grande a celebração,
para a chegada de Jesus!.

É o inicio da Vigília
Pascal que mostra a Luz de Cristo.
É a renovação de novos tempos,
para a Paz,
Esperança, aqui, na Terra!

Ouvem-se, vindos do céu,
acordes de órgãos,
(vindos do céu)sons de címbalos,
harpas e flautas,
anunciando uma Nova Era.

A Luz surge brilhando,
as flores surgem,
nos campos,
onde Cristo irá passar.

PÁSCOA É O TRIUNFO DE CRISTO!

Vamos todos renovar nossos pedidos de :
Amor uns para com
os outros e de Perseverança!
É tempo de Recomeçar!...
É tempo de se Libertar!...
É tempo de Glória e Louvor!...
É tempo de darmos Aleluia!...
É tempo de Páscoa!...

VIVA JESUS!

"JESUS SUBIU AOS CÉUS E ESTÁ SENTADO,
À DIREITA DO PAI"

TEXTO: Maria Aparecida Macedo "Maria Anjinha"
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 12 de Abril de 2.009.
Conta as bênçãos

O que nos deixa mais tristes ou infelizes
é a solidão da dor.
Não,
não inverti as palavras,
porque uma coisa é a dor da solidão,
que milhares de almas, mesmo acompanhadas,
conhecem e uma outra é a solidão da dor.

A solidão da dor é a que cabe a nós,
inteiramente.
É a que julgamos a maior do mundo,
a mais pesada e difícil de carregar;
aquela que diminui nossa estatura e agiganta
todos os outros que estão ao redor;
a que mata cada fibra do
nosso coração e
nos faz esquecer todas as alegrias
e bênçãos recebidas.

Perigosamente destrutiva,
afasta-nos do bem e do bom,
da luz, do sal,
da cruz e das promessas Divinas.

Jesus também sofreu
a dor da solidão e do abandono;
sofreu a dor da dor,
a lança atravessada,
o peso da cruz e do cravo nas mãos.
Mas Ele não experimentou a solidão da dor.
Ele sabia que não estava só e
mesmo nos momentos mais difíceis de serem suportados,
erguia os olhos para o Céu.

Contamos tudo o que recebemos da vida
e particularmente de Deus de maneira inversa.
Apagamos facilmente o bem,
as alegrias,
as bênçãos que caem gota
a gota na nossa cabeça nos ungindo e reavivamos
as dores que fatalmente colhemos nos
caminhos por nós mesmos escolhidos.
Você tem teto, alimento, família,
amigos, trabalho, saúde?
Conta as bênçãos!!!

Tem momentos de riso gostoso,
de partilha,
pode ver o nascer e o pôr-do sol?
Conta as bênçãos!!!

Contamos nossas dores, as contabilizamos,
somamos e nos esquecemos de
acrescentar as alegrias que podem diminuí-las
ou pelo menos nos mostrar que
na balança da vida nem tudo é perda e sofrimento.

Conta sim, uma a uma,
as bênçãos da sua vida.
Você vai ver que a esperança
ainda vive, que a luz brilha,
que as flores continuam nascendo apesar
das secas ou das enchentes.

Você vai ver que, silencioso,
Deus olha por nós e continua distribuindo o
bem, mesmo se aos nossos olhos as graças
pareçam invisíveis.

* * * * *

COMENTÁRIOS DA AUTORA

Quem nunca atravessou uma noite escura?
Quem nunca duvidou e teve medo de prosseguir?
Quem nunca chorou e acabou adormecendo?
Quem nunca teve um momento que achou que
era o mais lindo de toda a sua vida?
E quem nunca pensou em desistir e prosseguiu assim mesmo,
se arrastando e chegando até o dia seguinte?
Os caminhos são tão parecidos a todos nós!
As dores podem ser tanto iguais quanto as alegrias intensas.
Mas, claro, cada um sabe, por si,
o efeito que cada coisa produz no seu âmago.

E das coisas mais comuns ao esquecimento
está aquele da existência dos
outros quando o mundo parece desmoronar
na nossa cabeça e destruir todo o
nosso eu, construído tão amorosamente
pelo Pai e lapidado com as
dificuldades da vida.
São nessas horas que todas as flores murcham,
o sol deixa de aquecer e as noites parecem tão
intermináveis quanto as voltas que
o relógio dá.
Mas tudo isso é apenas uma idéia!

As bênçãos que recebemos não deixam de
existir quando o sol desaparece,
somos nós que nos cegamos.
Mesmo quando o céu está encoberto e carregado,
pesado e escuro,
um vôo acima das nuvens nos mostra
que o azul continua lá,
sereno e pronto para reaparecer.

As bênçãos que recebemos nunca se apagam e
as carregaremos em nós para toda a vida.
E nas nossas contabilidades não nos
esqueçamos de contá-las,
não somente para que continuem presentes,
mas para que estejam prontas para acolher todas
as outras que estão destinadas a nós.

Tenho colhido bênçãos incontáveis na minha vida.
Conheci também as noites escuras,
como todo mundo,
mas a vela da esperança das bênçãos continuou
acesa e se iluminava ainda mais a cada oração.
Não é por que as bênçãos
demoram a chegar que nunca chegarão.
A perseverança é uma forte arma contra
o desânimo e é ela que vai abrindo as portas
que devemos atravessar.
Há, creiam,
do outro lado do muro bênçãos para cada um,
um Deus amoroso e disposto a perdoar,
acolher e conceder os desejos do coração.
Eu nunca duvidei disso e por esse motivo posso hoje
plantar e colher muitas flores.

Que o Senhor abençoe este
dia e todas as horas de cada um de vocês!
Que o sol brilhe,
que o amor aconteça e que a esperança
nunca os abandone!

TEXTO E COMENTÁRIOS: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 05 de Abril de 2.009.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Formiguinhas

Na animação, "Vida de Inseto" da Pixar,
as formigas são manipuladas pelos gafanhotos,
que todos os anos exigem uma quantia de comida.
Se as formigas não cumprem essa exigência,
os gafanhotos ameaçam atacar o formigueiro.
Todos vivem morrendo de medo dos "monstros"
até que uma formiga se revolta,
é Flik, uma formiga cansada de ser oprimida,
que sai em busca de outros insetos dispostos
a ajudar o formigueiro a combater os gafanhotos.
Flik volta com um grupo de "saltimbancos",
um besouro, uma borboleta,
um louva-a-deus, um bicho-pau,
uma joaninha, uma larva e as formigas,
que se unem para criar uma
"resistência"
contra os gafanhotos.

Flik consegue motivar esse grupo de assustados,
e estimula a qualidade de cada um,
mesmo sendo tão visível os defeitos do grupo.

Tudo vai bem, todos trabalham unidos,
constróem um pássaro enorme,
o único animal que o poderoso Hopper,
o líder dos gafanhotos,
tem medo.
O pássaro fica pronto,
a estratégia está definida.
Até que as formigas descobrem que
os guerreiros tão valentes não passam de
"palhaços de circo",
e tudo vai por água abaixo.
O medo volta a imperar,
e todo o esforço da construção daquela
defesa foi perdido.

Flik se junta aos saltimbancos e vai embora,
triste, frustrado e em uma depressão brava.

Como se parece com a realidade!

Como nós nos impressionamos com os títulos,
com os cargos, com as posições sociais.

Idealizamos as pessoas,
criamos nossos heróis,
e na primeira demonstração de "fraqueza",
toda essa admiração acaba.

Mentiras bem
contadas acabam virando verdade,
e verdades mal contadas,
acabam em descrédito.

Quantas vezes nós
acreditamos em alguma coisa,
em um plano que nós traçamos,
numa meta que cultivamos,
e em algum momento descobrimos
uma pequena falha,
um erro na nossa estratégia
e o que fazemos?

Jogamos tudo fora,
desistimos da luta.

Basta uma visão diferente,
uma pessoa mal intencionada,
um pessimista da vida vir com idéias
de derrota e muita gente que tem tudo
para ser gigante vira "formiguinha",
amedrontando diante de "gafanhotos".

Na nossa vida,
os problemas são os gafanhotos
que resolveram que vão levar a nossa paz,
que vão derubar a nossa persistência,
mas, nós, formiguinhasa,
podemos resistir,
nos unirmos com outras "formiguinas"
que tenham os mesmos sonhos,
os mesmos projetos, ideais de vitória,
e assim, unidos,
formando um único bloco,
nos agigantamos e os gafanhotos fogem,
caem por terra.

Assista ao desenho,
e veja o impacto de uma
imagem na nossa cabeça.
Somos o que acreditamos ser,
nada mais, nada menos.

Por isso,
acredite nas suas possibilidades,
na força que está ai dentro,
pronta para afugentar os gafanhotos,
que vão ver além da formiguinha,
vão ver um vencedor!

Eu acredito em você

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 29 de Março de 2.009.

sexta-feira, 20 de março de 2009

O amanhã não nos pertence

Viver o dia-a-dia é a mais natural
e a mais difícil de todas as coisas.
Contentar-se do presente,
do aqui e do agora exige de nós um grande
auto-controle dos sentimentos e emoções.

As coisas que nos fizeram
vibrar no passado vibram ainda hoje,
mas de maneira menos intensa,
com gosto de saudosismo.
Passou e ficou de forma leve,
como as lembranças das férias ou das primeiras
batidas incontroláveis do coração.

As coisas futuras podem nos alegrar
(uma felicidade esperada)
ou nos fazer sofrer intensamente,
antes mesmo que o esperado chegue,
se chegar.

Não controlamos o que passou,
porque aconteceu e não sabemos voltar atrás
e não controlamos o futuro,
apesar de tentarmos escolher minuciosamente
os bons caminhos.

O ontem faz parte
definitivamente das nossas vidas,
nossa história e nossas
entranhas e não podemos negá-lo,
mas o amanhã não nos pertence.
Ele é apenas uma possibilidade,
um sonho ou um pesadelo,
uma nuvem que se aproxima mas que pode,
com um sopro do vento,
ir em outras direções.

O hoje sim é o que temos
de real e nos pertence de todo.

Antecipar alegrias e vitórias faz-nos bem,
se mantemos os pés firmes no chão;
antecipar perdas e partidas provoca-nos dores
inúteis e frequentemente maiores ainda que o que seriam,
pois já pela antecipação se multiplicam.

Devemos aprender a acolher o hoje
e fazer dele o melhor que podemos,
com todos os meios que tivermos.
Sermos felizes,
fazermos outros felizes,
nos bastando de cada segundo oferto como
um presente Divino que não se oferecerá
uma segunda vez.

* * * * *

Comentários da Autora

Não sei qual a porcentagem de pessoas que consegue viver o hoje
sem se deixar dominar pelo passado ou pelo futuro.
A ansiedade é a prova de como o futuro nos atinge e modifica nosso presente,
antecipa problemas, lágrimas e noites de insônia.

Seria ideal se deixássemos o amanhã para amanhã,
o futuro para quando ele chegar e o passado
dentro de uma caixinha de recordações.
Não chegamos ainda a esse ponto de perfeição,
não aprendemos a olhar os lírios,
nem os pássaros e menos ainda as mais formosas flores.
Não aprendemos a fé dos que continuam de pé
quando o coração está de joelhos e perdemos
os melhores momentos da nossa vida com a cabeça
nas nuvens quando é de terra firme que ela precisa.
Não nos entregamos o suficiente aos cuidados
de Deus e não apenas não florecemos,
como impedimos outros de florecerem ao nosso redor.

Perdemos a graça da presença dos que estão aqui hoje,
do que podem nos dar e receberem de nós.
Nos preocupamos demasiadamente
com o que nos faltará amanhã
e com isso aproveitamos bem menos
do que nos é oferecido hoje.
O amanhã não nos pertence...
ele pertence Aquele que cuida de nós,
que nos ouve em silêncio
e chora pela nossa precipitação.
O amanhã pertence à Deus,
que nos dá a cada dia o bastante para
chegarmos ao dia seguinte.

TEXTO E COMENTÁRIOS: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 22 de Março de 2.009.

segunda-feira, 16 de março de 2009

A arte de ser alguém

A solidão e a invisibilidade do ser
caminham de mãos dadas.
Sozinho é aquele que não aparece para os outros,
que tem medo até de se olhar no espelho
porque a própria imagem aparece como
uma companhia inexistente.

Há pessoas que passam a existência
em busca de aprovação,
sem realmente estar nessa busca e sentem-se
sempre como uma pálida cor no quadro da vida.

Elas querem ser vistas, amadas,
apreciadas, mas não saem do lugar,
ficam sempre à espera que um
reconhecimento haja.

Mas o que torna uma pessoa visível ou
invisível aos olhos dos outros?
Ninguém precisa ser importante no sentido
de possuir coisas ou ser um ser extraordinário
para que possa ser visto ou amado.

Não são as outras pessoas que nos
tornam visíveis ou invisíveis,
solitários ou cerdados de pessoas,
somos nós.

Quando damos de nós,
vamos deixando
pedacinhos do nosso eu nos outros,
de maneira que vamos nos tornando
presentes e inesquecíveis.
As pessoas sempre querem se aproximar
daquilo que lhes faz bem, que é positivo,
estão sempre voltadas para aquilo que vai
valorizá-las de alguma forma.

Quem reclama que não se sente amado,
não se sente procurado,
que acha que passa pela vida como uma
forma vazia e sem importância,
deveria ver o mundo
pelo outro lado da janela,
de fora para dentro.

Faça o contrário,
aja, ame,
torne-se alguém pelo menos para alguém,
seja aquilo que você gostaria que os
outros vissem em você.

Ninguém deve ter o poder de nos transformar,
nós devemos ter o poder e a possibilidade
de trabalhar do nosso interior para o exterior.

Somos nós que nos
construímos ou nos destruímos,
que aparecemos ou desaparecemos.

As pessoas vêm
em nós o que parecemos a elas.
Elas não nos fazem,
a menos que permitamos.
Nós nos fazemos!

Se sentimos essa necessidade
de sermos queridos e apreciados,
queiramos e apreciemos.
É impossível esconder uma
luz numa noite escura e,
creiam,
o mundo atual é para muitos uma
noite escura e sem estrelas.

Sejamos então uma luz.
E as pessoas com necessidade disso virão a nós.
Estaremos assim cumprindo nossa missão,
daremos o que precisam e recuperaremos
em nós o que precisamos para nos
sentir inteiros e saciados.

Embora as pessoas
façam parte da nossa história,
elas não a escrevem.

Nós o fazemos,
com todos os instrumentos que temos
ou aqueles que nos inventamos.

As marcas dos nossos
passos não podem ser deixadas
que por nós mesmos.

TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 15 de Março de 2.009.