Presenciamos mais um ano
que se fecha em nossas vidas,
e cabe-nos analisar,
avaliar e refletir o que foi
ganho e o que foi perda.
De pronto,
podemos dizer em relação
à nossa própria vida, que foi ganho,
pois aqui estamos,
uns perante outros,
e a Vida é sempre uma dádiva.
Decerto,
nem tudo foram flores
no decorrer do ano de 2009.
Sempre há perdas,
e há anos em que estas são
extremamente dolorosas,
principalmente quando envolve
doença grave ou morte na família,
ou mesmo de alguma pessoa amiga.
2009,
como outros anos que se foram,
teve o seu preço e a sua conta em
cada uma de nossas vidas,
mas não podemos ser insensatos
em deixar de analisar também os muitos
lados positivos!
Se vamos chorar as perdas,
principalmente por questão
de morte de alguma pessoa querida,
que o façamos sem pudor,
mas também temos que sorrir
e alegrar-nos pela presença dos
outros familiares e amigos!
Não podemos nos deixar arrastar
na direção de uma depressão,
por mais amor que tenhamos em
relação ao Ente que já não nos privilegia
com a sua presença física.
Ao amarmos este Ente,
por amor,
este sobreviverá através do nosso
próprio sentimento,
no fundo de nossas almas!
Estamos no final de 2009!
Ao longo deste ano,
muitos amigos e familiares
encontram-se presente
em nossas vidas!
Quantos amigos tivemos a graça
de reencontrar,
quantos abraços puderam se repetir,
quantos sorrisos foram e são possíveis!
Também com essas mesmas pessoas,
tivemos os nossos momentos
de dar ou receber o apoio fraterno.
Não podemos esquecer as novas
amizades que surgiram,
e as amizades velhas que se fortaleceram
e se solidificaram ainda mais!
Resolvi escrever este breve “balanço”,
e assumi comigo mesmo só enviá-lo
às pessoas realmente significativas
em minha vida,
desde os familiares aos amigos
mais queridos!
Sem dúvida,
há amigos que nos são mais dedicados
do que alguns familiares,
principalmente quando se trata de família
com muitos membros,
onde muitas vezes,
não surge a oportunidade
de se estreitar laços.
Considero uma dádiva poder rever
amizades que vão atravessando
anos e anos!
São amigos que se misturam
ao afeto familiar com muita força,
e às vezes, com o mesmo valor!
2009 começa a sua despedida,
com o seu “caráter” próprio,
com a sua história particular
de perdas e ganhos.
Vem aí 2010 com a sua história
tão personalíssima e caprichosa
quanto o foi 2009.
Virão aí novas surpresas,
algumas boas, outras ruins,
mas um ano nunca é igual
a qualquer outro!
Cada vez que
pudermos fazer um balanço,
significa que vencemos aquele ano
e estamos prontos
para encarar o próximo.
Assim,
venho manifestar o meu desejo
que você tenha um ano de 2010 muito
melhor do que o ano que se encerra!
Que a sua conta seja muito maior
nos ganhos do que nas perdas!
Peço apenas que faça uma pequena
pausa e avalie toda a afetividade
que você tem disponível,
entre familiares e amigos.
Pense nas pessoas mais queridas
e analise o real significado
delas em sua vida.
Você verá,
que apesar dos pesares,
2009 não foi um ano ruim!
FELIZ E ABENÇOADO 2010!
TEXTO: Sávio Roberto Moreira Gomes
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 27 de Dezembro de 2.009.
Um grupo gratuito e solidário. Enviamos todos os domingos aos nossos amigos cadastrados mensagens de paz, amor, caridade, fraternidade, etc. Nossas mensagens são leves e não contém arquivos executáveis. Apenas midi(música), figura(jpeg) e texto(html). Venha fazer parte deste grupo que cresce todos os dias. Será uma grande alegria ter você conosco. Boa estada.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Tempo de alegrias ...
O Natal vai chegando
e com ele essa sensação de
que o mundo se transforma
aos poucos.
Os projetos vão aparecendo,
as casas iluminam-se,
tornam-se coloridas e belas.
Dentro do coração a esperança
adormecida acorda devagarzinho
e toma forma,
alimentando assim o desejo
de que um milagre aconteça
e traga os sonhos perdidos ou a
felicidade esperada.
As pessoas tornam-se mais
dóceis e fala-se em
solidariedade.
E Jesus,
muitas vezes esquecido,
renasce.
Quem duvida do milagre
do Natal deveria abrir
mais os olhos,
porque fazer um milagre não
é realizar grandes
e extraordinários feitos,
mas devolver a esperança aos cansados,
a alegria à alma aflita
e um pouco de ternura a um
coração desesperado.
Quem divide um pedaço de
pão com um faminto,
agasalha alguém que sente
frio e traz um pouco de luz
aos que perderam o direito
à luz do dia,
alimenta e veste o Mestre
e habita Seu coração.
Aí sim está o milagre de toda
a magia do Natal.
Sendo humanos,
tornamo-nos serez de luz
capazes de iluminar
o mundo.
Pudesse essa magia
perdurar o ano todo,
haveria mais flores nos campos
e mais sorrisos nos rostos;
haveria mais olhos brilhando
e menos doenças da alma.
E o mundo seria
uma imensa família,
exatamente como
Deus idealizou.
Pense nisso,
tenha um Feliz Natal e faça
Feliz o Natal de alguém!
TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 20 de Dezembro de 2.009.
e com ele essa sensação de
que o mundo se transforma
aos poucos.
Os projetos vão aparecendo,
as casas iluminam-se,
tornam-se coloridas e belas.
Dentro do coração a esperança
adormecida acorda devagarzinho
e toma forma,
alimentando assim o desejo
de que um milagre aconteça
e traga os sonhos perdidos ou a
felicidade esperada.
As pessoas tornam-se mais
dóceis e fala-se em
solidariedade.
E Jesus,
muitas vezes esquecido,
renasce.
Quem duvida do milagre
do Natal deveria abrir
mais os olhos,
porque fazer um milagre não
é realizar grandes
e extraordinários feitos,
mas devolver a esperança aos cansados,
a alegria à alma aflita
e um pouco de ternura a um
coração desesperado.
Quem divide um pedaço de
pão com um faminto,
agasalha alguém que sente
frio e traz um pouco de luz
aos que perderam o direito
à luz do dia,
alimenta e veste o Mestre
e habita Seu coração.
Aí sim está o milagre de toda
a magia do Natal.
Sendo humanos,
tornamo-nos serez de luz
capazes de iluminar
o mundo.
Pudesse essa magia
perdurar o ano todo,
haveria mais flores nos campos
e mais sorrisos nos rostos;
haveria mais olhos brilhando
e menos doenças da alma.
E o mundo seria
uma imensa família,
exatamente como
Deus idealizou.
Pense nisso,
tenha um Feliz Natal e faça
Feliz o Natal de alguém!
TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 20 de Dezembro de 2.009.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
O homem que vê a alma ...
Ninguém nota aquele
homem simples caminhando
por entre as vielas,
entre o lixo acumulado nas calçadas.
Ele observa moradores de rua
que fazem de cada canto
o seu refúgio.
Ele enxerga
além das feridas nos pés,
da sujeira dos corpos.
Ele vê a alma de cada um
e percebe dores
morais que marcam, ferem.
Um que a bebida tomou conta
e destruiu sua família,
outro que abusou da própria filha,
alienados pelas drogas,
abandonados pelo mundo.
Em outro quarteirão,
o luxo contrasta com o lixo,
ele observa jogadores,
mulheres que vendem seus corpos,
a mesa de bebidas,
chefes de família semi-embriagados,
e por dentro de cada um,
ele que observa almas,
vê o vazio,
a ausência das próprias
personalidades,
gente procurando preencher
o que não sabem,
apenas sentem.
O homem segue seu caminho,
é um viajante do tempo.
Logo se depara com um
templo enorme,
entra e vê pessoas cantando,
entoam hinos,
alguém fala do amor,
a multidão silencia.
Muitos se comovem,
e o homem que vê almas
percebe aqui e ali desejos
de mudança,
pessoas sendo preenchidas
pelo que é invisível,
e essas pessoas se alegram.
Outras no entanto,
observam as outras pessoas,
reparam nas roupas,
invejam quem está acompanhado,
maldizem a própria sorte,
pensam nas tarefas
que às aguardam em casa,
não vêem a hora de
irem embora.
O homem que vê almas sai e
depara-se com um menino na rua,
pobre, maltrapilho,
pés no chão,
parado com os olhos
fixos no céu.
O andarilho do tempo pergunta
o que ele procura,
o menino segura graciosamente
na sua mão,
sem medo,
e mostra uma estrela distante,
dizendo que é Jesus.
Curioso,
o andarilho pergunta como ele sabe,
o menino diz que a mãe enquanto
vivia o ensinou.
Disse que toda vez que
ele sentisse fome,
deveria olhar para a estrela e
pedir para Jesus o pão.
Toda vez que ele sentisse
frio ou sede,
pedisse para Jesus uma
coberta e água.
O andarilho quis saber então,
se aquilo funcionava,
e o menino afirmou que mesmo na rua,
nada lhe faltava.
Nesse momento,
o andarilho emocionado,
olhou para a estrela e acreditou,
tudo o que Ele havia passado
havia valido a pena.
Ele era a estrela, a própria luz,
que ouvia daquele menino sem nada,
que a razão de tudo era ele,
o próprio Jesus.
Que o seu Natal tenha
uma razão de ser,
que você se preencha
com o encanto,
não dos presentes,
nem da mesa farta,
mas da doce presença
do espírito santo.
que é uma estrela iluminada
pelos que acreditam,
que tudo vale a pena,
porque a alma não é pequena.
Feliz Natal
Eu acredito em você.
TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 13 de Dezembro de 2.009.
homem simples caminhando
por entre as vielas,
entre o lixo acumulado nas calçadas.
Ele observa moradores de rua
que fazem de cada canto
o seu refúgio.
Ele enxerga
além das feridas nos pés,
da sujeira dos corpos.
Ele vê a alma de cada um
e percebe dores
morais que marcam, ferem.
Um que a bebida tomou conta
e destruiu sua família,
outro que abusou da própria filha,
alienados pelas drogas,
abandonados pelo mundo.
Em outro quarteirão,
o luxo contrasta com o lixo,
ele observa jogadores,
mulheres que vendem seus corpos,
a mesa de bebidas,
chefes de família semi-embriagados,
e por dentro de cada um,
ele que observa almas,
vê o vazio,
a ausência das próprias
personalidades,
gente procurando preencher
o que não sabem,
apenas sentem.
O homem segue seu caminho,
é um viajante do tempo.
Logo se depara com um
templo enorme,
entra e vê pessoas cantando,
entoam hinos,
alguém fala do amor,
a multidão silencia.
Muitos se comovem,
e o homem que vê almas
percebe aqui e ali desejos
de mudança,
pessoas sendo preenchidas
pelo que é invisível,
e essas pessoas se alegram.
Outras no entanto,
observam as outras pessoas,
reparam nas roupas,
invejam quem está acompanhado,
maldizem a própria sorte,
pensam nas tarefas
que às aguardam em casa,
não vêem a hora de
irem embora.
O homem que vê almas sai e
depara-se com um menino na rua,
pobre, maltrapilho,
pés no chão,
parado com os olhos
fixos no céu.
O andarilho do tempo pergunta
o que ele procura,
o menino segura graciosamente
na sua mão,
sem medo,
e mostra uma estrela distante,
dizendo que é Jesus.
Curioso,
o andarilho pergunta como ele sabe,
o menino diz que a mãe enquanto
vivia o ensinou.
Disse que toda vez que
ele sentisse fome,
deveria olhar para a estrela e
pedir para Jesus o pão.
Toda vez que ele sentisse
frio ou sede,
pedisse para Jesus uma
coberta e água.
O andarilho quis saber então,
se aquilo funcionava,
e o menino afirmou que mesmo na rua,
nada lhe faltava.
Nesse momento,
o andarilho emocionado,
olhou para a estrela e acreditou,
tudo o que Ele havia passado
havia valido a pena.
Ele era a estrela, a própria luz,
que ouvia daquele menino sem nada,
que a razão de tudo era ele,
o próprio Jesus.
Que o seu Natal tenha
uma razão de ser,
que você se preencha
com o encanto,
não dos presentes,
nem da mesa farta,
mas da doce presença
do espírito santo.
que é uma estrela iluminada
pelos que acreditam,
que tudo vale a pena,
porque a alma não é pequena.
Feliz Natal
Eu acredito em você.
TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 13 de Dezembro de 2.009.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Quando as portas se fecham ...
Algumas vezes na vida temos
que enfrentar esse tipo de desafio...
As portas se fecham
e nada dá certo.
Normalmente,
parece que é um aprendizado
que não vem sozinho.
As portas se fecham na vida íntima,
no trabalho e às vezes
até na família.
Claro que cada pessoa enfrenta
essa prisão de uma forma e,
com certeza,
o pior jeito de viver esse
momento é se deprimindo...
O que quase sempre
acontece porque ficamos tão tristes
que nada dá certo e nos afundamos
na depressão.
Percebi ao longo dos anos
que a depressão é um grande mal,
porque perdemos o
contato com o nosso foco de luz.
Quando nos deprimimos,
brigamos com nós mesmos,
uma briga sem vitorioso e
sem superação.
Ficamos com ódio da vida
e deixamos de nos dar estímulo
para a caminhada.
E o que fazer se não podemos
contar conosco?
Sei que ser amigo de você
mesmo num momento complicado
onde nada dá certo
não é fácil.
Porque muitas vezes nos achamos
culpados das derrotas,
nos vemos como pessoas ruins,
defasadas, burras,
e sem luz.
E não somos nada disso.
Cada um de nós tem o seu brilho,
as suas virtudes, porém,
quando estamos num momento
de quebra,
nada disso vem para fora.
Aí a solução é
continuar caminhando,
continuar acreditando
em dias melhores,
em mudanças.
Se as portas se fecharam
no seu caminho,
mude a rota...
Mude seu jeito de ser.
Faça cursos,
comece um trabalho voluntário,
faça caminhadas,
deixe o ar entrar em seus
pulmões e renovar sua energia.
Não podemos agir como
crianças mimadas quando
recebemos um não...
O que fazer quando já sabemos
que não adianta colocar
a culpa no outro???
Sim,
porque muitas vezes
as pessoas não são culpadas
das coisas ruins que
nos acontecem.
E quando percebemos que
somos nós os responsáveis
por questões difíceis
também não adianta em
nada nos crucificar.
Erramos por ignorância
de uma atitude adequada,
erramos porque não soubemos
fazer melhor e paciência...
Agora é tocar para frente.
Aquilo que você fez está
feito e por isso mesmo
é perfeito.
O que podemos mudar é daqui para
frente e principalmente
dentro de nós.
Quando as portas se fecham
estamos enfrentando também
uma quebra do ego,
uma revolução interna que
serve para nos mostrar
um outro caminho.
Quando nada dá certo em nossa vida,
precisamos com urgência
mudar nossa
visão do mundo,
transformar a forma de pensar
com muita coragem
e luz.
TEXTO: Maria Silvia Orlovas
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 06 de Dezembro de 2.009.
que enfrentar esse tipo de desafio...
As portas se fecham
e nada dá certo.
Normalmente,
parece que é um aprendizado
que não vem sozinho.
As portas se fecham na vida íntima,
no trabalho e às vezes
até na família.
Claro que cada pessoa enfrenta
essa prisão de uma forma e,
com certeza,
o pior jeito de viver esse
momento é se deprimindo...
O que quase sempre
acontece porque ficamos tão tristes
que nada dá certo e nos afundamos
na depressão.
Percebi ao longo dos anos
que a depressão é um grande mal,
porque perdemos o
contato com o nosso foco de luz.
Quando nos deprimimos,
brigamos com nós mesmos,
uma briga sem vitorioso e
sem superação.
Ficamos com ódio da vida
e deixamos de nos dar estímulo
para a caminhada.
E o que fazer se não podemos
contar conosco?
Sei que ser amigo de você
mesmo num momento complicado
onde nada dá certo
não é fácil.
Porque muitas vezes nos achamos
culpados das derrotas,
nos vemos como pessoas ruins,
defasadas, burras,
e sem luz.
E não somos nada disso.
Cada um de nós tem o seu brilho,
as suas virtudes, porém,
quando estamos num momento
de quebra,
nada disso vem para fora.
Aí a solução é
continuar caminhando,
continuar acreditando
em dias melhores,
em mudanças.
Se as portas se fecharam
no seu caminho,
mude a rota...
Mude seu jeito de ser.
Faça cursos,
comece um trabalho voluntário,
faça caminhadas,
deixe o ar entrar em seus
pulmões e renovar sua energia.
Não podemos agir como
crianças mimadas quando
recebemos um não...
O que fazer quando já sabemos
que não adianta colocar
a culpa no outro???
Sim,
porque muitas vezes
as pessoas não são culpadas
das coisas ruins que
nos acontecem.
E quando percebemos que
somos nós os responsáveis
por questões difíceis
também não adianta em
nada nos crucificar.
Erramos por ignorância
de uma atitude adequada,
erramos porque não soubemos
fazer melhor e paciência...
Agora é tocar para frente.
Aquilo que você fez está
feito e por isso mesmo
é perfeito.
O que podemos mudar é daqui para
frente e principalmente
dentro de nós.
Quando as portas se fecham
estamos enfrentando também
uma quebra do ego,
uma revolução interna que
serve para nos mostrar
um outro caminho.
Quando nada dá certo em nossa vida,
precisamos com urgência
mudar nossa
visão do mundo,
transformar a forma de pensar
com muita coragem
e luz.
TEXTO: Maria Silvia Orlovas
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 06 de Dezembro de 2.009.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Sementes de virtudes ...
Não podemos controlar
todas as situações que vivemos,
algumas não dependem
da nossa vontade.
E não podemos mudar tudo também,
mesmo se somos fortes,
decididos e positivos.
Mas podemos colocar um
pouco de sal e de luz.
Podemos aprender a gerenciar
essas situações de
maneira que não nos afetem
completamente ou profundamente,
que não nos destruam
ou acabem com nossos
relacionamentos de amor
e de amizade.
Quando perdemos o controle de nós,
perdemos o controle de tudo.
É como um motorista que,
ao sentir o perigo,
larga o volante:
o acidente é inevitável!
Por mais desesperadoras que
pareçam as situações,
temos que segurar o volante.
Guardar a calma nos momentos
mais críticos é uma atitude preciosa,
não só para nós,
mas para os outros também.
Ah, sim,
podemos explodir e às vezes
até precisamos!
Todavia há maneiras de exteriorizar
o que nos atormenta sem que
os pedaços da nossa ira afetem
tudo ao nosso redor.
Podemos chorar até
que nossa alma se sinta lavada,
podemos falar com alguém
em quem tenhamos confiança,
podemos pintar, desenhar,
construir,
correr ou apenas nos
entregar à dor até que o peito
se esvazie dela.
Há pessoas, como eu,
que escrevem longas cartas
que nunca enviam,
mas que aliviam.
Somos humanos,
eu sei e não podemos ficar
indiferentes à tudo o que acontece,
não podemos nos esconder
atrás de escudos que nunca
defenderão nossa sensibilidade,
pois no inevitável encontro
com nosso eu,
precisamos ainda encontrar
forças e coragem para
nos olhar nos olhos.
Temos todos em nós sementes
de virtudes plantadas.
Devemos dar a elas condições
para que floreçam,
para que dêem frutos,
para que as pessoas possam,
uma vez que nos encontram,
carregar-nos nos corações para
o restante das suas vidas.
TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 29 de Novembro de 2.009.
todas as situações que vivemos,
algumas não dependem
da nossa vontade.
E não podemos mudar tudo também,
mesmo se somos fortes,
decididos e positivos.
Mas podemos colocar um
pouco de sal e de luz.
Podemos aprender a gerenciar
essas situações de
maneira que não nos afetem
completamente ou profundamente,
que não nos destruam
ou acabem com nossos
relacionamentos de amor
e de amizade.
Quando perdemos o controle de nós,
perdemos o controle de tudo.
É como um motorista que,
ao sentir o perigo,
larga o volante:
o acidente é inevitável!
Por mais desesperadoras que
pareçam as situações,
temos que segurar o volante.
Guardar a calma nos momentos
mais críticos é uma atitude preciosa,
não só para nós,
mas para os outros também.
Ah, sim,
podemos explodir e às vezes
até precisamos!
Todavia há maneiras de exteriorizar
o que nos atormenta sem que
os pedaços da nossa ira afetem
tudo ao nosso redor.
Podemos chorar até
que nossa alma se sinta lavada,
podemos falar com alguém
em quem tenhamos confiança,
podemos pintar, desenhar,
construir,
correr ou apenas nos
entregar à dor até que o peito
se esvazie dela.
Há pessoas, como eu,
que escrevem longas cartas
que nunca enviam,
mas que aliviam.
Somos humanos,
eu sei e não podemos ficar
indiferentes à tudo o que acontece,
não podemos nos esconder
atrás de escudos que nunca
defenderão nossa sensibilidade,
pois no inevitável encontro
com nosso eu,
precisamos ainda encontrar
forças e coragem para
nos olhar nos olhos.
Temos todos em nós sementes
de virtudes plantadas.
Devemos dar a elas condições
para que floreçam,
para que dêem frutos,
para que as pessoas possam,
uma vez que nos encontram,
carregar-nos nos corações para
o restante das suas vidas.
TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 29 de Novembro de 2.009.
sábado, 21 de novembro de 2009
Ainda se eu falasse a linguagem dos anjos ...
Uma das coisas mais difíceis
no mundo é ter um coração puro.
Podemos ter corações amáveis,
gentis e abertos aos outros,
mas puros e cheios de amor
desinteressado...
quanto trabalho ainda deve ser feito,
quanta renúncia,
quanta aceitação e quanta doação!
Não podemos negociar com Deus,
fazer isso em troca daquilo,
agir de uma certa forma para
obter algum tipo de recompensa.
O amor é gratuito
e nossa dedicação a Deus
ou aos outros não deve depender
do que obtemos de volta.
Aquilo que sai da nossa alma
e do nosso coração devem ser ofertas,
livres de quaisquer condições.
Deus nos dá em retorno?
Certamente,
porém não como paga,
mas como resultado da confiança
que depositamos nEle.
Não somos bons quando
damos de nós aos outros,
nem quando fazemos caridade,
nem mesmo quando abandonamos
nossa vida por alguém que
carece da nossa ajuda.
Somos bons quando as coisas,
gestos e palavras saem
do nosso coração como uma flecha
e não ficamos observando
se ela vai voltar.
Somos bons quando não
contamos que nosso irmão tem
mais que nós e nos
sentimos ofendidos,
quando o bem e a felicidade
do outro passam a ser nosso bem
e felicidade também.
Erram as pessoas que acham-se
boas quando doam de si.
isso é orgulho.
Geralmente elas dão do que
lhes sobra e seus objetivos
são tornarem-se pessoas melhores.
Fazem por si no fim das contas,
não pelos outros.
O caminho para o Alto
é muito longo e a porta de
entrada é estreita.
Os que acham que já estão
na metade do caminho,
certamente nem começaram
ainda a subir.
É Deus quem nos eleva
e precisamos dizer muitos
"não" e muitos "sim"
até que alcancemos um
pedacinho do céu.
Amar demais aqui e odiar ali,
anula o amor;
escolher os que perdoamos
é o mesmo que não perdoar ninguém,
pois nosso coração continua
com manchas.
O amor tem olhos fechados
e é o maior de todos os dons,
distribuído a todos na face da terra.
Mas segundo a Bíblia,
há os que plantam,
os que colhem,
os que multiplicam e os
que escondem.
Podemos fazer todos
os bens do mundo,
regar os jardins dos que
precisam e oferecer-lhes
nosso melhor sorriso,
mas ainda assim não teremos
começado nosso caminho
se negamos a palavra a um irmão,
se os ressentimentos corroem
nosso coração,
se contamos cada ato
que realizamos.
Deus não precisa dos nossos
gestos vazios,
Ele apenas pede um
coração sincero.
Aquele que sabe e reconhece
não ser perfeito,
mas abre-se a cada dia ao próximo,
ao distante e tem por
meta fazer o bem.
Deus ama a todos indistintamente,
mas os que aprenderam
o que é compartilhar,
compreenderam melhor os
preceitos do Seu coração.
E esses provam plenamente
da Sua Graça.
TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 22 de Novembro de 2.009.
no mundo é ter um coração puro.
Podemos ter corações amáveis,
gentis e abertos aos outros,
mas puros e cheios de amor
desinteressado...
quanto trabalho ainda deve ser feito,
quanta renúncia,
quanta aceitação e quanta doação!
Não podemos negociar com Deus,
fazer isso em troca daquilo,
agir de uma certa forma para
obter algum tipo de recompensa.
O amor é gratuito
e nossa dedicação a Deus
ou aos outros não deve depender
do que obtemos de volta.
Aquilo que sai da nossa alma
e do nosso coração devem ser ofertas,
livres de quaisquer condições.
Deus nos dá em retorno?
Certamente,
porém não como paga,
mas como resultado da confiança
que depositamos nEle.
Não somos bons quando
damos de nós aos outros,
nem quando fazemos caridade,
nem mesmo quando abandonamos
nossa vida por alguém que
carece da nossa ajuda.
Somos bons quando as coisas,
gestos e palavras saem
do nosso coração como uma flecha
e não ficamos observando
se ela vai voltar.
Somos bons quando não
contamos que nosso irmão tem
mais que nós e nos
sentimos ofendidos,
quando o bem e a felicidade
do outro passam a ser nosso bem
e felicidade também.
Erram as pessoas que acham-se
boas quando doam de si.
isso é orgulho.
Geralmente elas dão do que
lhes sobra e seus objetivos
são tornarem-se pessoas melhores.
Fazem por si no fim das contas,
não pelos outros.
O caminho para o Alto
é muito longo e a porta de
entrada é estreita.
Os que acham que já estão
na metade do caminho,
certamente nem começaram
ainda a subir.
É Deus quem nos eleva
e precisamos dizer muitos
"não" e muitos "sim"
até que alcancemos um
pedacinho do céu.
Amar demais aqui e odiar ali,
anula o amor;
escolher os que perdoamos
é o mesmo que não perdoar ninguém,
pois nosso coração continua
com manchas.
O amor tem olhos fechados
e é o maior de todos os dons,
distribuído a todos na face da terra.
Mas segundo a Bíblia,
há os que plantam,
os que colhem,
os que multiplicam e os
que escondem.
Podemos fazer todos
os bens do mundo,
regar os jardins dos que
precisam e oferecer-lhes
nosso melhor sorriso,
mas ainda assim não teremos
começado nosso caminho
se negamos a palavra a um irmão,
se os ressentimentos corroem
nosso coração,
se contamos cada ato
que realizamos.
Deus não precisa dos nossos
gestos vazios,
Ele apenas pede um
coração sincero.
Aquele que sabe e reconhece
não ser perfeito,
mas abre-se a cada dia ao próximo,
ao distante e tem por
meta fazer o bem.
Deus ama a todos indistintamente,
mas os que aprenderam
o que é compartilhar,
compreenderam melhor os
preceitos do Seu coração.
E esses provam plenamente
da Sua Graça.
TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 22 de Novembro de 2.009.
domingo, 8 de novembro de 2009
Por que as folhas caem ...
A cada outono,
certas plantas e árvores
preparam-se para um repouso
necessário e vital à sua vida
e continuação.
Algumas espécies de árvores
matizam-se de várias cores,
num maravilhoso contraste entre
a melancolia e a beleza extrema.
Depois, uma a uma,
as folhas caem, como lágrimas,
até que as árvores, nuas e tristes,
abram os braços ao inverno e esperem,
pacientemente, a primavera,
que restaurará cada folha caída.
Por que para nós seria diferente?
Por que não
perder antes de reencontrar,
por que não as lágrimas,
por que não dias áridos,
frios e secos?
E por que não a esperança de que
a primavera volte?
Porque, creiam, ela volta sempre!
Talvez nos julguemos bons
demais para receber o sofrimento,
como se ele fosse sempre
símbolo de castigo e não algo
necessário ao nosso crescimento.
As folhas caem e as árvores
parecem assim tão desprotegidas,
tão solitárias!...
e eu me pergunto o que faz
com que sobrevivam.
Elas entendem que esse período
é necessário à sua renovação.
Elas aceitam,
doam-se e
esperam e recebem de volta,
no tempo oportuno.
Assim somos nós com todas
as perdas que sofremos,
com as lágrimas que escorrem
e salgam nossa boca,
com o tempo
que parece interminável
ou as noites longas demais.
Tanto que não entendemos
e não aceitamos o sofrimento,
ele se prolongará.
Tanto que não vemos isso
como uma fase,
apenas uma fase,
a ferida estará
aberta e sangrará.
Não aceitar o outono
e negar o inverno não faz
com que não existam.
Apenas nos deixam fora de
uma realidade que chega
pra todo mundo.
Não somos maus demais para
recebê-los como um castigo
e nem bons demais para que
possamos não acolhê-los.
As árvores perdem as folhas
e perdemos os nossos.
Elas choram
e choramos também.
Elas esperam e nada há que
nos impeça de esperar.
E elas recebem,
a seu tempo determinado,
novos galhos e novas folhas,
novas flores e novos frutos.
Sentem-se assim completas.
Somos assim o que somos
e o mesmo Deus que
sustenta as árvores,
nos sustenta a nós!
E Ele nos poda,
nos molda,
nos deixa nús
e aparentemente sem defesa,
mas está sempre presente
e estará ainda quando
a primavera voltar,
quando seremos,
depois do inverno frio,
renovados e prontos para
recomeçar.
TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 08 de Novembro de 2.009.
certas plantas e árvores
preparam-se para um repouso
necessário e vital à sua vida
e continuação.
Algumas espécies de árvores
matizam-se de várias cores,
num maravilhoso contraste entre
a melancolia e a beleza extrema.
Depois, uma a uma,
as folhas caem, como lágrimas,
até que as árvores, nuas e tristes,
abram os braços ao inverno e esperem,
pacientemente, a primavera,
que restaurará cada folha caída.
Por que para nós seria diferente?
Por que não
perder antes de reencontrar,
por que não as lágrimas,
por que não dias áridos,
frios e secos?
E por que não a esperança de que
a primavera volte?
Porque, creiam, ela volta sempre!
Talvez nos julguemos bons
demais para receber o sofrimento,
como se ele fosse sempre
símbolo de castigo e não algo
necessário ao nosso crescimento.
As folhas caem e as árvores
parecem assim tão desprotegidas,
tão solitárias!...
e eu me pergunto o que faz
com que sobrevivam.
Elas entendem que esse período
é necessário à sua renovação.
Elas aceitam,
doam-se e
esperam e recebem de volta,
no tempo oportuno.
Assim somos nós com todas
as perdas que sofremos,
com as lágrimas que escorrem
e salgam nossa boca,
com o tempo
que parece interminável
ou as noites longas demais.
Tanto que não entendemos
e não aceitamos o sofrimento,
ele se prolongará.
Tanto que não vemos isso
como uma fase,
apenas uma fase,
a ferida estará
aberta e sangrará.
Não aceitar o outono
e negar o inverno não faz
com que não existam.
Apenas nos deixam fora de
uma realidade que chega
pra todo mundo.
Não somos maus demais para
recebê-los como um castigo
e nem bons demais para que
possamos não acolhê-los.
As árvores perdem as folhas
e perdemos os nossos.
Elas choram
e choramos também.
Elas esperam e nada há que
nos impeça de esperar.
E elas recebem,
a seu tempo determinado,
novos galhos e novas folhas,
novas flores e novos frutos.
Sentem-se assim completas.
Somos assim o que somos
e o mesmo Deus que
sustenta as árvores,
nos sustenta a nós!
E Ele nos poda,
nos molda,
nos deixa nús
e aparentemente sem defesa,
mas está sempre presente
e estará ainda quando
a primavera voltar,
quando seremos,
depois do inverno frio,
renovados e prontos para
recomeçar.
TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 08 de Novembro de 2.009.
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