O amanhã não nos pertence
Viver o dia-a-dia é a mais natural
e a mais difícil de todas as coisas.
Contentar-se do presente,
do aqui e do agora exige de nós um grande
auto-controle dos sentimentos e emoções.
As coisas que nos fizeram
vibrar no passado vibram ainda hoje,
mas de maneira menos intensa,
com gosto de saudosismo.
Passou e ficou de forma leve,
como as lembranças das férias ou das primeiras
batidas incontroláveis do coração.
As coisas futuras podem nos alegrar
(uma felicidade esperada)
ou nos fazer sofrer intensamente,
antes mesmo que o esperado chegue,
se chegar.
Não controlamos o que passou,
porque aconteceu e não sabemos voltar atrás
e não controlamos o futuro,
apesar de tentarmos escolher minuciosamente
os bons caminhos.
O ontem faz parte
definitivamente das nossas vidas,
nossa história e nossas
entranhas e não podemos negá-lo,
mas o amanhã não nos pertence.
Ele é apenas uma possibilidade,
um sonho ou um pesadelo,
uma nuvem que se aproxima mas que pode,
com um sopro do vento,
ir em outras direções.
O hoje sim é o que temos
de real e nos pertence de todo.
Antecipar alegrias e vitórias faz-nos bem,
se mantemos os pés firmes no chão;
antecipar perdas e partidas provoca-nos dores
inúteis e frequentemente maiores ainda que o que seriam,
pois já pela antecipação se multiplicam.
Devemos aprender a acolher o hoje
e fazer dele o melhor que podemos,
com todos os meios que tivermos.
Sermos felizes,
fazermos outros felizes,
nos bastando de cada segundo oferto como
um presente Divino que não se oferecerá
uma segunda vez.
* * * * *
Comentários da Autora
Não sei qual a porcentagem de pessoas que consegue viver o hoje
sem se deixar dominar pelo passado ou pelo futuro.
A ansiedade é a prova de como o futuro nos atinge e modifica nosso presente,
antecipa problemas, lágrimas e noites de insônia.
Seria ideal se deixássemos o amanhã para amanhã,
o futuro para quando ele chegar e o passado
dentro de uma caixinha de recordações.
Não chegamos ainda a esse ponto de perfeição,
não aprendemos a olhar os lírios,
nem os pássaros e menos ainda as mais formosas flores.
Não aprendemos a fé dos que continuam de pé
quando o coração está de joelhos e perdemos
os melhores momentos da nossa vida com a cabeça
nas nuvens quando é de terra firme que ela precisa.
Não nos entregamos o suficiente aos cuidados
de Deus e não apenas não florecemos,
como impedimos outros de florecerem ao nosso redor.
Perdemos a graça da presença dos que estão aqui hoje,
do que podem nos dar e receberem de nós.
Nos preocupamos demasiadamente
com o que nos faltará amanhã
e com isso aproveitamos bem menos
do que nos é oferecido hoje.
O amanhã não nos pertence...
ele pertence Aquele que cuida de nós,
que nos ouve em silêncio
e chora pela nossa precipitação.
O amanhã pertence à Deus,
que nos dá a cada dia o bastante para
chegarmos ao dia seguinte.
TEXTO E COMENTÁRIOS: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 22 de Março de 2.009.
Um grupo gratuito e solidário. Enviamos todos os domingos aos nossos amigos cadastrados mensagens de paz, amor, caridade, fraternidade, etc. Nossas mensagens são leves e não contém arquivos executáveis. Apenas midi(música), figura(jpeg) e texto(html). Venha fazer parte deste grupo que cresce todos os dias. Será uma grande alegria ter você conosco. Boa estada.
sexta-feira, 20 de março de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
A arte de ser alguém
A solidão e a invisibilidade do ser
caminham de mãos dadas.
Sozinho é aquele que não aparece para os outros,
que tem medo até de se olhar no espelho
porque a própria imagem aparece como
uma companhia inexistente.
Há pessoas que passam a existência
em busca de aprovação,
sem realmente estar nessa busca e sentem-se
sempre como uma pálida cor no quadro da vida.
Elas querem ser vistas, amadas,
apreciadas, mas não saem do lugar,
ficam sempre à espera que um
reconhecimento haja.
Mas o que torna uma pessoa visível ou
invisível aos olhos dos outros?
Ninguém precisa ser importante no sentido
de possuir coisas ou ser um ser extraordinário
para que possa ser visto ou amado.
Não são as outras pessoas que nos
tornam visíveis ou invisíveis,
solitários ou cerdados de pessoas,
somos nós.
Quando damos de nós,
vamos deixando
pedacinhos do nosso eu nos outros,
de maneira que vamos nos tornando
presentes e inesquecíveis.
As pessoas sempre querem se aproximar
daquilo que lhes faz bem, que é positivo,
estão sempre voltadas para aquilo que vai
valorizá-las de alguma forma.
Quem reclama que não se sente amado,
não se sente procurado,
que acha que passa pela vida como uma
forma vazia e sem importância,
deveria ver o mundo
pelo outro lado da janela,
de fora para dentro.
Faça o contrário,
aja, ame,
torne-se alguém pelo menos para alguém,
seja aquilo que você gostaria que os
outros vissem em você.
Ninguém deve ter o poder de nos transformar,
nós devemos ter o poder e a possibilidade
de trabalhar do nosso interior para o exterior.
Somos nós que nos
construímos ou nos destruímos,
que aparecemos ou desaparecemos.
As pessoas vêm
em nós o que parecemos a elas.
Elas não nos fazem,
a menos que permitamos.
Nós nos fazemos!
Se sentimos essa necessidade
de sermos queridos e apreciados,
queiramos e apreciemos.
É impossível esconder uma
luz numa noite escura e,
creiam,
o mundo atual é para muitos uma
noite escura e sem estrelas.
Sejamos então uma luz.
E as pessoas com necessidade disso virão a nós.
Estaremos assim cumprindo nossa missão,
daremos o que precisam e recuperaremos
em nós o que precisamos para nos
sentir inteiros e saciados.
Embora as pessoas
façam parte da nossa história,
elas não a escrevem.
Nós o fazemos,
com todos os instrumentos que temos
ou aqueles que nos inventamos.
As marcas dos nossos
passos não podem ser deixadas
que por nós mesmos.
TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 15 de Março de 2.009.
A solidão e a invisibilidade do ser
caminham de mãos dadas.
Sozinho é aquele que não aparece para os outros,
que tem medo até de se olhar no espelho
porque a própria imagem aparece como
uma companhia inexistente.
Há pessoas que passam a existência
em busca de aprovação,
sem realmente estar nessa busca e sentem-se
sempre como uma pálida cor no quadro da vida.
Elas querem ser vistas, amadas,
apreciadas, mas não saem do lugar,
ficam sempre à espera que um
reconhecimento haja.
Mas o que torna uma pessoa visível ou
invisível aos olhos dos outros?
Ninguém precisa ser importante no sentido
de possuir coisas ou ser um ser extraordinário
para que possa ser visto ou amado.
Não são as outras pessoas que nos
tornam visíveis ou invisíveis,
solitários ou cerdados de pessoas,
somos nós.
Quando damos de nós,
vamos deixando
pedacinhos do nosso eu nos outros,
de maneira que vamos nos tornando
presentes e inesquecíveis.
As pessoas sempre querem se aproximar
daquilo que lhes faz bem, que é positivo,
estão sempre voltadas para aquilo que vai
valorizá-las de alguma forma.
Quem reclama que não se sente amado,
não se sente procurado,
que acha que passa pela vida como uma
forma vazia e sem importância,
deveria ver o mundo
pelo outro lado da janela,
de fora para dentro.
Faça o contrário,
aja, ame,
torne-se alguém pelo menos para alguém,
seja aquilo que você gostaria que os
outros vissem em você.
Ninguém deve ter o poder de nos transformar,
nós devemos ter o poder e a possibilidade
de trabalhar do nosso interior para o exterior.
Somos nós que nos
construímos ou nos destruímos,
que aparecemos ou desaparecemos.
As pessoas vêm
em nós o que parecemos a elas.
Elas não nos fazem,
a menos que permitamos.
Nós nos fazemos!
Se sentimos essa necessidade
de sermos queridos e apreciados,
queiramos e apreciemos.
É impossível esconder uma
luz numa noite escura e,
creiam,
o mundo atual é para muitos uma
noite escura e sem estrelas.
Sejamos então uma luz.
E as pessoas com necessidade disso virão a nós.
Estaremos assim cumprindo nossa missão,
daremos o que precisam e recuperaremos
em nós o que precisamos para nos
sentir inteiros e saciados.
Embora as pessoas
façam parte da nossa história,
elas não a escrevem.
Nós o fazemos,
com todos os instrumentos que temos
ou aqueles que nos inventamos.
As marcas dos nossos
passos não podem ser deixadas
que por nós mesmos.
TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 15 de Março de 2.009.
Meu lado mulher
Meu lado mulher
se incomoda em receber mensagens
apenas um dia por ano (8 de março),
enquanto que meu
lado homem se enche com 364 dias.
Talvez seja necessária esta efeméride,
dor recente de uma antiga cicatriz.
Porque se vive numa sociedade machista:
matrimônio, o cuidado do lar; patrimônio,
o domínio sobre os bens.
O marido possui o carro, a casa e a mulher,
que inclusive, em alguns países,
incorpora o sobrenome da família dele.
Ele exige que limpe a casa todo dia.
Manda o carro para a oficina ao menor defeito.
À mulher, ser multifacetado,
cabe o dever de cuidar da casa,
dos filhos,
das compras e do bom humor do marido,
que nem sempre se lembra de cuidar dela.
Meu lado mulher nunca viu o marido
gritar com o carro,
ameaçá-lo ou agredi-lo.
Enquanto nem ela é sempre tratada
com tanto respeito.
Na Igreja Católica os homens têm acesso
aos sete sacramentos.
Podem até ser ordenados sacerdotes e,
mais adiante,
obter dispensa do ministério e
contrair matrimônio.
As mulheres,
consideradas pela teologia
vaticana um ser naturalmente inferior,
só têm acesso a seis sacramentos.
Não podem receber a ordenação sacerdotal,
mesmo tendo merecido
de Jesus o útero que o engendrou;
o seguimento de Joana,
de Susana e da mãe dos filhos de Zebedeu;
a defesa da mulher adúltera;
o perdão da samaritana;
a amizade de Madalena,
primeira testemunha da sua ressurreição.
Meu lado mulher
tem pavor da violência doméstica;
do pai que assedia a filha,
enviando-a a perdição da prostituição;
do patrão que exige favores sexuais de sua funcionária;
do marido que levanta a mão para profanar
o ser que deu a luz a seus filhos.
Diante do televisor ou de um molho de revistas
meu lado mulher se estremece:
Cala a boca, Magda! Ela é burra,
a imbecil que move as cadeiras no fundo do cenário,
se mete na banheira do Gugu,
se expõe na casa do brother,
se associa à publicidade de cervejas e carros,
como um adereço a mais de consumo.
Meu lado mulher trata de resistir
diante do implacável jogo da
desconstrução do feminino:
tortura do corpo em academias de ginástica,
anorexia para manter-se esbelta,
vergonha das gorduras,
das rugas e da velhice,
entrega ao bisturi para que amolde a carne
ao gosto da clientela da carnificina virtual,
o silicone para ressaltar protuberâncias.
E manter a boca fechada,
até que haja no mercado um chip transmissor
automático de cultura e inteligência que
se possa enxertar no cérebro.
E engolir antidepressivos para tratar
de encobrir o buraco no espírito,
vazio de sentido, ideais e utopia.
Meu lado mulher
se esforça por se livrar do modelo
emancipatório que adota,
como paradigma, meu lado homem.
Será que ela tenta não querer ser como ele?
Navega em mares nunca dantes navegados,
rumo ao continente feminino,
onde as relações de gênero serão de alteridade,
porque o diferente não se fará divergente.
Aquilo que é só terá plenitude em
interação com seu contrário.
Como acontece em todo verdadeiro amor.
TEXTO: Frei Betto
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 08 de Março de 2.009.
Meu lado mulher
se incomoda em receber mensagens
apenas um dia por ano (8 de março),
enquanto que meu
lado homem se enche com 364 dias.
Talvez seja necessária esta efeméride,
dor recente de uma antiga cicatriz.
Porque se vive numa sociedade machista:
matrimônio, o cuidado do lar; patrimônio,
o domínio sobre os bens.
O marido possui o carro, a casa e a mulher,
que inclusive, em alguns países,
incorpora o sobrenome da família dele.
Ele exige que limpe a casa todo dia.
Manda o carro para a oficina ao menor defeito.
À mulher, ser multifacetado,
cabe o dever de cuidar da casa,
dos filhos,
das compras e do bom humor do marido,
que nem sempre se lembra de cuidar dela.
Meu lado mulher nunca viu o marido
gritar com o carro,
ameaçá-lo ou agredi-lo.
Enquanto nem ela é sempre tratada
com tanto respeito.
Na Igreja Católica os homens têm acesso
aos sete sacramentos.
Podem até ser ordenados sacerdotes e,
mais adiante,
obter dispensa do ministério e
contrair matrimônio.
As mulheres,
consideradas pela teologia
vaticana um ser naturalmente inferior,
só têm acesso a seis sacramentos.
Não podem receber a ordenação sacerdotal,
mesmo tendo merecido
de Jesus o útero que o engendrou;
o seguimento de Joana,
de Susana e da mãe dos filhos de Zebedeu;
a defesa da mulher adúltera;
o perdão da samaritana;
a amizade de Madalena,
primeira testemunha da sua ressurreição.
Meu lado mulher
tem pavor da violência doméstica;
do pai que assedia a filha,
enviando-a a perdição da prostituição;
do patrão que exige favores sexuais de sua funcionária;
do marido que levanta a mão para profanar
o ser que deu a luz a seus filhos.
Diante do televisor ou de um molho de revistas
meu lado mulher se estremece:
Cala a boca, Magda! Ela é burra,
a imbecil que move as cadeiras no fundo do cenário,
se mete na banheira do Gugu,
se expõe na casa do brother,
se associa à publicidade de cervejas e carros,
como um adereço a mais de consumo.
Meu lado mulher trata de resistir
diante do implacável jogo da
desconstrução do feminino:
tortura do corpo em academias de ginástica,
anorexia para manter-se esbelta,
vergonha das gorduras,
das rugas e da velhice,
entrega ao bisturi para que amolde a carne
ao gosto da clientela da carnificina virtual,
o silicone para ressaltar protuberâncias.
E manter a boca fechada,
até que haja no mercado um chip transmissor
automático de cultura e inteligência que
se possa enxertar no cérebro.
E engolir antidepressivos para tratar
de encobrir o buraco no espírito,
vazio de sentido, ideais e utopia.
Meu lado mulher
se esforça por se livrar do modelo
emancipatório que adota,
como paradigma, meu lado homem.
Será que ela tenta não querer ser como ele?
Navega em mares nunca dantes navegados,
rumo ao continente feminino,
onde as relações de gênero serão de alteridade,
porque o diferente não se fará divergente.
Aquilo que é só terá plenitude em
interação com seu contrário.
Como acontece em todo verdadeiro amor.
TEXTO: Frei Betto
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 08 de Março de 2.009.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Paixão pela vida
Para muita gente,
o que realmente falta,
não é a grana que tanto deseja
para quitar dívidas,
nem é o grande amor que vai
amparar a sua velhice,
nem é o carro novo que pode
levar para qualquer lugar,
e pensando bem,
nem a casa com que tanto sonha,
nem tampouco uma chácara
no meio do nada...
O que realmente falta é o
"tesão pela vida",
aquela coisa de adaptar-se a
qualquer situação,
sempre com um sorrisão no rosto,
aquela coisa de ficar bem onde estiver,
estar bem com "quanto estiver",
de rir de tudo e rir do nada,
amar quem lhe ama e quem
não ta nem ai,
ser do mundo,
porque o mundo é seu!
Esse é o seu desafio:
transformar aquele "trabalho horroroso"
em fonte de prazer e satisfação,
transformar o curso tão sacrificante
em matéria de desejo,
em realização.
Pegar o velho relacionamento,
que anda meio apagado,
e transformar em uma noite tórrida de paixão,
em outra,
uma sessão de cinema (ainda que em casa)
com pipoca e muito amor.
Transformar a noite solitária em "solidária",
visitar uns amigos,
parentes e até desconhecidos da rua.
espantar a tristeza com uma certeza:
o mundo pode ser muito melhor.
Alegre-se!
deixe a tristeza encostada na porta
desconhecida,
e não volte para buscá-la.
Sinta-se plenamente pronto para viver,
que venha o melhor,
que venham coisas boas,
e as coisas ruins, tire de letra,
pois quem sabe cultivar a felicidade,
sabe remover espinhos.
"Você é a própria essência
do que deseja ter,
que seja então, ainda hoje,
o melhor que pode ser.
Seja feliz!"
TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 28 de Fevereiro de 2.009.
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 01 de Março de 2.009.
Para muita gente,
o que realmente falta,
não é a grana que tanto deseja
para quitar dívidas,
nem é o grande amor que vai
amparar a sua velhice,
nem é o carro novo que pode
levar para qualquer lugar,
e pensando bem,
nem a casa com que tanto sonha,
nem tampouco uma chácara
no meio do nada...
O que realmente falta é o
"tesão pela vida",
aquela coisa de adaptar-se a
qualquer situação,
sempre com um sorrisão no rosto,
aquela coisa de ficar bem onde estiver,
estar bem com "quanto estiver",
de rir de tudo e rir do nada,
amar quem lhe ama e quem
não ta nem ai,
ser do mundo,
porque o mundo é seu!
Esse é o seu desafio:
transformar aquele "trabalho horroroso"
em fonte de prazer e satisfação,
transformar o curso tão sacrificante
em matéria de desejo,
em realização.
Pegar o velho relacionamento,
que anda meio apagado,
e transformar em uma noite tórrida de paixão,
em outra,
uma sessão de cinema (ainda que em casa)
com pipoca e muito amor.
Transformar a noite solitária em "solidária",
visitar uns amigos,
parentes e até desconhecidos da rua.
espantar a tristeza com uma certeza:
o mundo pode ser muito melhor.
Alegre-se!
deixe a tristeza encostada na porta
desconhecida,
e não volte para buscá-la.
Sinta-se plenamente pronto para viver,
que venha o melhor,
que venham coisas boas,
e as coisas ruins, tire de letra,
pois quem sabe cultivar a felicidade,
sabe remover espinhos.
"Você é a própria essência
do que deseja ter,
que seja então, ainda hoje,
o melhor que pode ser.
Seja feliz!"
TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 28 de Fevereiro de 2.009.
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 01 de Março de 2.009.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
É preciso saber dizer adeus
Há coisas que ninguém nos ensina;
há coisas que nunca queremos aprender.
Recebemos de bom ou mau grado
o que a vida nos impõe e depois nos
apegamos a essas coisas,
pessoas ou sentimentos como se para
existirmos precisássemos deles.
Dizer adeus é como deixar um pedaço
de si e se impedir de olhar pra trás.
Sim...
confesso que é difícil dizer adeus,
aquele sem retorno,
às pessoas que amamos e aceitar
isso como parte natural da vida.
É amargo aceitar o adeus dos sonhos,
dos que começaram e jamais foram terminados.
Mas o que é incompreensível no ser humano
é a rejeição do adeus total e definitivo
às feridas e magoas que consomem
nossas entranhas.
É a dificuldade em livrar-se do passado,
das manchas da alma,
do que nos impede de ter uma vida
normal e possivelmente feliz.
Há pessoas que guardam tudo
e saem carregando nos ombros
o que recolheram da vida.
Isso faz com que caminhem
com passos mais lentos,
faz com que nunca cheguem
a um lugar definido.
Para alcançarmos libertação e cura
deveríamos possuir a arte de saber deixar
definitivamente para trás o que
nos impede de avançar.
Quem cultiva a dor,
colhe a dor;
quem cultiva ódio,
colhe ódio;
quem cultiva ressentimentos,
colhe ressentimentos.
Se nosso coração é um jardim,
devemos saber o que estamos plantando
nele e o que estamos arrancando.
Se com lágrimas regamos o mal que nos fizeram,
com lágrimas colheremos o mal
que nos fazemos a nós.
É preciso aprender a dizer adeus
a todas as mágoas,
custe o que custar,
se quisermos alcançar a misericórdia prometida,
a graça eterna...
se quisermos ser,
nem que seja um pouquinho,
parecidos com Jesus.
TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 22 de Fevereiro de 2.009.
Há coisas que ninguém nos ensina;
há coisas que nunca queremos aprender.
Recebemos de bom ou mau grado
o que a vida nos impõe e depois nos
apegamos a essas coisas,
pessoas ou sentimentos como se para
existirmos precisássemos deles.
Dizer adeus é como deixar um pedaço
de si e se impedir de olhar pra trás.
Sim...
confesso que é difícil dizer adeus,
aquele sem retorno,
às pessoas que amamos e aceitar
isso como parte natural da vida.
É amargo aceitar o adeus dos sonhos,
dos que começaram e jamais foram terminados.
Mas o que é incompreensível no ser humano
é a rejeição do adeus total e definitivo
às feridas e magoas que consomem
nossas entranhas.
É a dificuldade em livrar-se do passado,
das manchas da alma,
do que nos impede de ter uma vida
normal e possivelmente feliz.
Há pessoas que guardam tudo
e saem carregando nos ombros
o que recolheram da vida.
Isso faz com que caminhem
com passos mais lentos,
faz com que nunca cheguem
a um lugar definido.
Para alcançarmos libertação e cura
deveríamos possuir a arte de saber deixar
definitivamente para trás o que
nos impede de avançar.
Quem cultiva a dor,
colhe a dor;
quem cultiva ódio,
colhe ódio;
quem cultiva ressentimentos,
colhe ressentimentos.
Se nosso coração é um jardim,
devemos saber o que estamos plantando
nele e o que estamos arrancando.
Se com lágrimas regamos o mal que nos fizeram,
com lágrimas colheremos o mal
que nos fazemos a nós.
É preciso aprender a dizer adeus
a todas as mágoas,
custe o que custar,
se quisermos alcançar a misericórdia prometida,
a graça eterna...
se quisermos ser,
nem que seja um pouquinho,
parecidos com Jesus.
TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 22 de Fevereiro de 2.009.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Quem sou eu ...
O caminho do encontro de si é mais longo
para uns que para outros.
E para determinadas pessoas ele
é mesmo interminável.
Saber quem eu sou
e o que sou equivale a saber reconhecer
que não sei tudo da vida,
não possuo todas as razões
e que a pessoa bonita que existe
em mim pode parecer feia em certas ocasiões.
E se eu não me aceito tal qual me vejo no espelho,
como posso querer que me aceitem?
Pense naquilo que você pensa
que é e no que você passa para os outros.
Se você não se ama e não se aceita,
outros não poderão te amar e te aceitar.
Se você mesmo duvida do valor do seu trabalho,
não há por que outros te valorizem.
O mundo vê em nós o que damos de nós para ele.
Poucos conhecem nossos rostos
depois que fechamos a porta,
depois que tiramos a maquiagem e as máscaras
que escondem nosso verdadeiro eu.
Conhecer-se não é tão fácil.
Saber-se é aceitar-se,
ainda que com dor.
É perdoar a si mesmo as imperfeições
procurando corrigi-las e pedir aos outros
tolerância para com elas.
Somos criaturas especiais,
portanto humanas e falíveis,
de natureza pecaminosa,
mas com possibilidades de retorno ao amor
dAquele que nos amou primeiro.
Somos todos criados à imagem e semelhança de Deus.
Não somos deuses,
mas possuímos em nós algo divino e sem igual.
Aquele que acredita nisso anda por caminhos seguros,
por sobre as águas e sabe que a tempestade pode balançar,
mas não vai afundar o barco.
Não tenha medo de ser quem você é,
de mostrar seu rosto de cara lavada,
de errar e se enganar de caminho.
Enquanto estamos no mundo podemos
transformar a pedra bruta
do nosso coração em jóia mais cara,
aquela que não deixa despercebido
quem passa por perto e que faz nascer no
coração de Deus a alegria de ser Pai.
TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 15 de Fevereiro de 2.009.
O caminho do encontro de si é mais longo
para uns que para outros.
E para determinadas pessoas ele
é mesmo interminável.
Saber quem eu sou
e o que sou equivale a saber reconhecer
que não sei tudo da vida,
não possuo todas as razões
e que a pessoa bonita que existe
em mim pode parecer feia em certas ocasiões.
E se eu não me aceito tal qual me vejo no espelho,
como posso querer que me aceitem?
Pense naquilo que você pensa
que é e no que você passa para os outros.
Se você não se ama e não se aceita,
outros não poderão te amar e te aceitar.
Se você mesmo duvida do valor do seu trabalho,
não há por que outros te valorizem.
O mundo vê em nós o que damos de nós para ele.
Poucos conhecem nossos rostos
depois que fechamos a porta,
depois que tiramos a maquiagem e as máscaras
que escondem nosso verdadeiro eu.
Conhecer-se não é tão fácil.
Saber-se é aceitar-se,
ainda que com dor.
É perdoar a si mesmo as imperfeições
procurando corrigi-las e pedir aos outros
tolerância para com elas.
Somos criaturas especiais,
portanto humanas e falíveis,
de natureza pecaminosa,
mas com possibilidades de retorno ao amor
dAquele que nos amou primeiro.
Somos todos criados à imagem e semelhança de Deus.
Não somos deuses,
mas possuímos em nós algo divino e sem igual.
Aquele que acredita nisso anda por caminhos seguros,
por sobre as águas e sabe que a tempestade pode balançar,
mas não vai afundar o barco.
Não tenha medo de ser quem você é,
de mostrar seu rosto de cara lavada,
de errar e se enganar de caminho.
Enquanto estamos no mundo podemos
transformar a pedra bruta
do nosso coração em jóia mais cara,
aquela que não deixa despercebido
quem passa por perto e que faz nascer no
coração de Deus a alegria de ser Pai.
TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 15 de Fevereiro de 2.009.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
O milagre vivo
Milagre, miraculum,
vem do verbo latino mirare,
que significa admirar-se,
maravilhar-se.
Em toda a passagem de Jesus pela Terra,
vemos o esforço das pessoas que buscavam
"um milagre"
para chegarem até Ele.
Jairo , o chefe da sinagoga caminhou
muito até chegar até o Mestre e pedir pela filha.
Ele poderia ter mandado um dos seus empregados,
mas ele mesmo foi em busca
da ajuda para a sua filha.
Bartimeu, o cego em Jericó,
quando soube da passagem do Rabi,
se posicionou junto a estrada e gritava tão alto:
"Jesus, Filho de Davi,
tem misericórdia de mim",
que a multidão pedia para que ele se calasse,
mas ele gritava mais e mais alto,
até que Jesus ouviu o seu clamor
e pediu que o trouxessem até Ele.
Jesus perguntou
o que o cego queria e ele respondeu:
"eu quero ver novamente",
então Jesus disse:
"vê" e Bartimeu voltou a ver.
(Marcos 10:48)
A mulher que há 12 anos tinha
a hemorragia e que era considerada impura,
saiu pelas ruas,
arrastando a sua dor até que
toca em Jesus e foi curada.
Em Cafarnaum,
quando souberam que Jesus estava ali,
era tanta gente que não dava
nem para chegar ao portão,
assim mesmo,
um paralítico pediu que o descessem
pelo teto nda casa,
e vendo essa fé,
Jesus o curou.
Em todos os exemplos vemos as pessoas
necessitadas indo de encontro ao milagre,
nenhum deles ficou esperando Jesus
passar pela sua porta.
Seja qual for o seu problema,
hoje é dia de Milagres,
é dia de sair da tenda do conformismo,
da casa das lamentação
buscar o seu milagre onde ele estiver.
Se lhe falta trabalho,
saia para as ruas,
em oração entregue-se na confiança
de que vai conquistar ainda
hoje um novo posto.
Não importa a sua situação,
ainda que a vida lhe escape pelas mãos,
ainda hoje,
você pode descobrir que
o milagre está em você,
na sua capacidade de reação,
de ir ao encontro dos seus sonhos,
para encontrar Jesus no caminho,
trabalhando sempre,
incessantemente fazendo algo de
novo pelos que o procuram.
Liberte-se da reclamação inútil,
hoje é dia de ser
o milagre que você tanto espera,
Saia para a vida,
abra os braços e agradeça pela
oportunidade de recomeçar.
Você vai vencer,
o milagre já está em seu poder!
TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 08 de Fevereiro de 2.009.
Milagre, miraculum,
vem do verbo latino mirare,
que significa admirar-se,
maravilhar-se.
Em toda a passagem de Jesus pela Terra,
vemos o esforço das pessoas que buscavam
"um milagre"
para chegarem até Ele.
Jairo , o chefe da sinagoga caminhou
muito até chegar até o Mestre e pedir pela filha.
Ele poderia ter mandado um dos seus empregados,
mas ele mesmo foi em busca
da ajuda para a sua filha.
Bartimeu, o cego em Jericó,
quando soube da passagem do Rabi,
se posicionou junto a estrada e gritava tão alto:
"Jesus, Filho de Davi,
tem misericórdia de mim",
que a multidão pedia para que ele se calasse,
mas ele gritava mais e mais alto,
até que Jesus ouviu o seu clamor
e pediu que o trouxessem até Ele.
Jesus perguntou
o que o cego queria e ele respondeu:
"eu quero ver novamente",
então Jesus disse:
"vê" e Bartimeu voltou a ver.
(Marcos 10:48)
A mulher que há 12 anos tinha
a hemorragia e que era considerada impura,
saiu pelas ruas,
arrastando a sua dor até que
toca em Jesus e foi curada.
Em Cafarnaum,
quando souberam que Jesus estava ali,
era tanta gente que não dava
nem para chegar ao portão,
assim mesmo,
um paralítico pediu que o descessem
pelo teto nda casa,
e vendo essa fé,
Jesus o curou.
Em todos os exemplos vemos as pessoas
necessitadas indo de encontro ao milagre,
nenhum deles ficou esperando Jesus
passar pela sua porta.
Seja qual for o seu problema,
hoje é dia de Milagres,
é dia de sair da tenda do conformismo,
da casa das lamentação
buscar o seu milagre onde ele estiver.
Se lhe falta trabalho,
saia para as ruas,
em oração entregue-se na confiança
de que vai conquistar ainda
hoje um novo posto.
Não importa a sua situação,
ainda que a vida lhe escape pelas mãos,
ainda hoje,
você pode descobrir que
o milagre está em você,
na sua capacidade de reação,
de ir ao encontro dos seus sonhos,
para encontrar Jesus no caminho,
trabalhando sempre,
incessantemente fazendo algo de
novo pelos que o procuram.
Liberte-se da reclamação inútil,
hoje é dia de ser
o milagre que você tanto espera,
Saia para a vida,
abra os braços e agradeça pela
oportunidade de recomeçar.
Você vai vencer,
o milagre já está em seu poder!
TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 08 de Fevereiro de 2.009.
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