segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

F U G A S ...

Muita gente
anda vivendo por viver,
parece que andam fugindo
de si mesmas,
com medo de encararem
a realidade.

Que adianta o apartamento
enorme se a alma está vazia,
que adianta o carro luxuoso se
o medo te acompanha?

Que adianta o celular último
tipo se quem você quer
não te liga,
que adianta a promoção se
o emprego não te traz satisfação?

Que adianta o namoro
de anos se não existe
mais alegria,
pra que esse casamento
de fachada,
se você já sabe de todas
as traições?

Que adianta essa
oração na hora do desespero,
se Deus esteve sempre
presente e você nunca
o procurou?

De que adianta essa
cara fechada,
se nós não temos nada a
ver com seus problemas?
que adianta chutar o cachorro,
se ele nem te conhece e você
vai continuar doente?

Que adianta o remédio
para pressão,
se você continua fumando,
que adianta o conselho,
se você continua agindo
a sua maneira,
que adianta o guia,
se você está cego?

Que adianta o choro,
se o amor acabou,
que adianta a comida,
se a fome passou,
pra quê o calmante,
se ele não te acalma,
que adianta gastar tanto
no casamento que já nasce
cheio de dúvidas,
e o pior,
cheio de dívidas?

Melhor seria viver simplesmente
a vida e toda a sua beleza,
estudar por prazer,
trabalhar no que gosta,
mesmo ganhando menos,
ficar só e ter a melhor companhia,
porque antes só do que
mal acompanhado.

Viver em um casebre limpo
e arejado onde todos
se falam,
se beijam e se abraçam,
onde uma casa vira lar.

Melhor andar a pé que morrer
de nervoso ao volante
no trânsito,
e para ser mais feliz,
melhor é amar com simplicidade,
as pessoas, os animais,
a natureza,
tudo sem frescura,
não ter vergonha de abraçar
e demonstrar o seu amor,
como crianças que abraçam
às árvores com ingenuidade,
que conversam com as plantas,
com seus cachorrinhos,
e que ouvem as respostas que nós,
adultos tão esclarecidos,
não conseguimos ouvir,
e por isso estamos morrendo,
cada dia um pouco,
lentamente na tristeza
que nos consome,
no vazio de querer sempre
mais daquilo que nem
sabemos o que é.

Pare,
pense e mude.

Ainda dá tempo de ser
simplesmente feliz,
só depende da sua atitude,
só depende de você
e o dia é hoje.

Pense nisso.

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 21 de Fevereiro de 2.010.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Lágrimas da depressão ...

Por ser uma doença tão
incompreendida é que
muitos evitam falar.

Quem não experimentou,
não sabe o que significa não
ter forças emocionais para abrir
a janela para ver o sol.

O depressivo busca refúgio
no isolamento,
ele não se sente abandonado,
abandona-se,
desiste de si,
de uma certa forma.

Há pessoas que
choram seu destino,
mas ao depressivo
isso não acontece,
pois se chora é porque não
consegue ver destino,
nem bom, nem ruim,
apenas um vazio instalado
a alguns metros dos
seus olhos.

Falta vontade pra levantar,
pra andar, pra sair,
pra viver...
a única vontade que sobra
é a de dormir,
pois esta não pede esforço,
não exige ajuda e não obriga
ninguém a enfrentar o dia.

Na depressão só as lágrimas
são companheiras,
pois vêem sozinhas e ficam
juntas sem tentar consolar
e sem fazer perguntas
ou exigências.
Elas ficam,
simplesmente, presentes.

Que a vida é bela eu sei!
Ela é bela para quem ri
e para quem chora,
para quem espera e para
quem desespera.
Ela é bela quando é noite,
quando é dia,
quando a chuva canta na
janela e os ventos assobiam
estranhas canções.

Mas a beleza da vida não
é atrativo bastante para encher
uma alma de querer,
para injetar nela a vida
e novas perspectivas.

É preciso mais,
muito mais que a luz do
dia ou a suavidade de uma
flor para dar a uma pessoa
o desejo de se levantar e
recomeçar o caminho.

É difícil buscar forças quando
já utilizamos todas as
reservas possíveis,
mas é exatamente esse o
momento de dirigir-nos a Deus,
pois se nossas forças físicas
parecem mortas,
nosso pensamento está
bem vivo.

E é quando abandonamos
completamente nosso desejo
ao desejo de Deus que nos
tornamos mais fortes.

Que o depressivo não pense
que chegou ao fim do caminho,
ele apenas fez uma parada.

Há ainda muita estrada
pela frente,
novas perspectivas
e novos horizontes.

Quando Deus toma a direção
das nossas vidas é que as
janelas começam a se abrir,
que nosso coração bate um
pouco mais apressado
e começamos a encontrar
as soluções para o que antes
parecia perdido.

Podemos atravessar
a dolorosa estrada da depressão,
mas chegaremos ao fim dela,
pois se sozinhos nos sentimos,
sós já não estamos.

A vida continua linda,
continua bela.
E se já não sabemos mais olhar,
Deus nos ensina como
abrir os olhos.

TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 14 de Fevereiro de 2.010.

Culpas e desculpas ...

Há os que viajam para os desertos
para encontrar a paz,
fogem das grandes cidades,
do barulho e cortam qualquer
tipo de comunicação;
outros fecham-se em si e a procuram
nas meditações e reflexões
do sentido da vida;
há ainda aqueles que negam
qualquer tipo de culpabilidade,
como se negação fosse sinônimo
de libertação.

Se tivéssemos a possibilidade
de correr o mundo inteiro,
viajar todos os mares e subir
as mais altas montanhas,
atravessar o espaço e ir
além das estrelas,
ainda assim não poderíamos
apagar quem somos,
nem o que vivemos,
não nos tornaríamos melhores
e nem maiores.

Somente um olhar para
dentro de si mesmo,
um reconhecimento de total
condição humana e dependência
do Pai pode nos libertar e colocar
nas nossas mãos a paz que
tanto almejamos.

Ser honesto consigo é ser
honesto com o mundo inteiro.

Quem se engana a si mesmo,
comete o maior dos enganos.

Nunca, aqui na terra,
seremos grandes,
bons e perfeitos o bastante para
dizer que não temos mais nada
para aprender.

Aprendemos a cada dia,
às vezes com lágrimas
e dor no coração.

Não nos livramos das culpas
quando fugimos delas
e as desculpas não agem
como sabão.

Se quisermos dar passos ao
encontro do caminho da paz
e de um mundo melhor,
devemos aprender a aceitar
certas coisas:

- Não sabemos tudo;

- O outro pode perfeitamente ter razão;

- Devemos assumir nossas culpas
sem nos refugiar nas desculpas e isso
não nos impedirá de olhar
para a frente;

- Os erros que cometemos não
devem nos amarrar definitivamente
ao passado;

- O direito que temos de errar,
outros também têm e fracassar uma
vez não é fracassar para
a vida toda;

- Os pais também se enganam
e mesmo quando isso acontece
é que desejam o melhor para
os seus filhos;

- Cortar os pontos com alguém
é cortar pontes onde nós e os outros
poderíamos atravessar e viver
isolado não é a melhor solução
para resolver problemas;

- A comunicação é importante
para evitar mal-entendidos;

- Franqueza e doçura não precisam
estar dissociados;

- Evitar uma briga vale mais
que ter razão;

- Os gestos valem tanto
quanto palavras;

- Não é só a intenção que conta,
mas ela conta muito;

- Brincar não é privilégio
das crianças;

- Devemos perdoar até
setenta vezes sete;

- Ninguém é melhor
que ninguém;

- Somos todos moldados do mesmo
barro e o mesmo Deus que
soprou nas minhas narinas,
soprou nas narinas do meu irmão;

- Todos temos pecados;

- Jesus também chorou,
Ele foi crucificado,
mas nunca crucificou.

- Podemos estar na mais
alta montanha,
no mais longíquo dos desertos
e ainda assim estar
longe de Deus.

- Aquele que busca a Verdade,
encontra a Paz.

- Se somos herdeiros
do pecado e herdeiros
do bem.

São as sementes desse
último que devemos deixar
ao longo da nossa passagem.


TEXTO: Letícia Thompson

* * * * *

Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 07 de Fevereiro de 2.010.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Por onde começar ...

Sonhos,
planos e objetivos temos
aos montes.

O que nos falta, nos dizemos,
são as oportunidades para realizá-los,
falta o começo do fio,
o primeiro degrau,
o primeiro caminho de uma
estrada que prevemos
longa e rica.

Perdemos um grande
tempo por que nos conhecemos
o bastante para saber quais
são nossos desejos,
mas não o suficiente para
acreditar que podemos chegar
ao fim deles.

Claro,
essa regra não se aplica
a todo mundo e é por isso que
o mundo continua a andar.

Há quem chegue a uma certa
idade e se ache velho demais
para construir.

Essas pessoas olham para
trás e admiram os que
consideram fortes e
determinados e se dizem que
tudo o que eles mesmos
fizeram foi viver o
dia-a-dia como o mais
comum dos mortais.

E mesmo se os sonhos
não morreram em si,
acham que agora é tarde para
tentar encontrar o caminho
ao qual teriam dado o
primeiro passo.

Claro,
voltar atrás é impossível.
O que é possível ainda
é não se considerar velho
demais e nem morto em vida,
é saber que o mundo continua
enquanto nós
continuamos e que,
mesmo se precisamos rever
nossos planos e traçar outros,
sempre é tempo de
começar algo.

Não é por que corremos
o risco de nunca ver as flores
que devemos deixar de
plantá-las.

Se não alcançarmos
a bênção de vê-las floridas,
outros o farão,
sentirão seu perfume
e pensarão em nós.

Os que esperam o tempo
de saber onde começar nunca
fazem nada,
porque a idéia já é o começo
e as atitudes a serem
tomadas para
dar vida a ela são os
passos seguintes.

Quando não sabemos por
onde começar,
devemos começar pelo
que sabemos,
nos aplicar nas pequenas
coisas e pequenos detalhes que,
juntos,
poderão realizar grandes coisas.

Se você tem planos no fundo
do seu coração para fazer o bem,
a caridade e
não começa por que
não sabe por onde,
comece com seu irmão,
a casa do seu vizinho
ou com seu colega de trabalho.

A gentileza,
o dom sincero de si e a
bondade,
são recursos que temos
naturalmente.

O que você
parece insignificante,
para uma outra pessoa
pode ser o ponto que
vai transformar sua vida.

Quaisquer que sejam
nossos projetos,
comecemos pela fé de que
se realizarão.

Depois podemos olhar
para nossas mãos e ver
o que já possuímos,
o que pode
ser aproveitado.

O fato é que de braços
cruzados nunca chegaremos
a voar por nós mesmos.

Mesmo os pássaros
quando voam e procuram
alimentos estão sempre
de asas abertas,
observam o mundo,
o movimento e descobrem
onde podem pousar.

Ponha amor nas mãos
e mãos à obra!

É bem conhecido que
grandes feitos sempre
começaram por pequenos
passos.

TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 31 de Janeiro de 2.010.

Um mundo maravilhoso ...

Eu não sei se a terra se acomodou
com tantas catástrofes
ou se as pessoas acabam se
acostumando com as tragédias.
Prefiro pensar que não.

Prefiro pensar que os corações
não se endurecem,
não tornam-se insensíveis
e indiferentes.

O que aconteceu
no Haiti essa semana
moveu o mundo inteiro.

De repente os países
e as populações uniram-se
num bloco de solidariedade
para tentar salvar o que se
podia da situação.

Grandes gestos,
grandes feitos,
grandes homens...

Mas por que é preciso uma
tragédia para que o mundo acorde
para ajudar um dos países mais
pobres do mundo?

Antes do terremoto a miséria
já assolava o local,
os tetos já caíam sobre as cabeças
e as pessoas já não tinham
o que comer.

Assim somos nós nesse
mundo que Deus criou.
Nos acomodamos a tudo
e passamos a olhar com
indiferença e muitas vezes
é preciso que algo extraordinário
aconteça para que sejamos
sacudidos e possamos acordar.

Nos comportamos dessa
maneira em relação ao
mundo e aos nossos.

Quem ainda não percebeu
que as lágrimas aproximam muito
mais as pessoas que as alegrias?

Os abraços de consolação são
mais demorados e mais sinceros
que os de felicitações,
como se a dor tivesse o poder
de soldar o que estava quebrado,
unir o que estava separado.

Talvez seja essa a razão das
grandes tragédias que acontecem.
Talvez precisemos desses alertas
para que possamos olhar nossa
casa e o mundo de forma diferente,
mais humana.

Eu queria que não fosse
preciso uma doença,
uma má notícia,
uma desilusão para que as
pessoas despertassem
para a vida.

Queria um mundo maravilhoso
onde ouvir fosse natural,
a gentileza fosse natural,
o perdão fosse dado antes
que o outro pedisse,
onde compartilhar fizesse parte
da rotina diária de cada um.

Se assim fosse,
haveria menos famílias separadas,
menos fome, menos solidão,
menos peso nos ombros
de certas pessoas e menos
infelicidade.

O mundo é o que é e não
podemos voltar atrás.
Mas nada nos impede de
olhar para a frente,
de abrir os olhos,
os braços e o coração.

Nada nos impede de dar as mãos,
reparar erros,
erguer a cabeça e continuar
a acreditar que amanhã pode
ser diferente de hoje e que,
por mínima que ela seja,
nossa contribuição pode
ser dada.

Quem pensa que não possui
nada e nada pode dar está
muito enganado.

Damos muito quando oferecemos
nossas orações e iluminamos
os caminhos quando
distribuímos a esperança.

Quando ajudamos o nosso próximo,
não deixamos pegadas
apenas na sua história,
deixamos também marcas
no coração de Deus.

TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 24 de Janeiro de 2.010.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

O meu nome é desafio ...

O problema só é problema
quando se apresenta.
Logo depois do choque inicial,
ele passa a ser desafio.

Por isso é tão gratificante vencê-lo,
e por isso nos esforçamos.

Mas porque os problemas
dão tanto medo e fazem sofrer?

Os problemas
representam o desconhecido,
e ninguém gosta de entrar em
uma rua escura,
tarde da noite e em bairro
afastado.
Mas, no dia seguinte,
a mesma rua sob a influência do sol,
se transforma, é outra,
e pode até acabar sendo a
rua da nossa futura casa.

Você já andou pela sua
casa de madrugada sem
acender nenhuma luz?

Já foi até o banheiro
ou assaltar a geladeira sem
tropeçar em nada?

Tenho certeza que foi preciso
um tempo para o seu cérebro
assimilar o trajeto
e guardar a informação de que
você pode andar
no escuro sem medo,
sem riscos.

Assim,
os problemas quando
se apresentam são como
quartos escuros,
onde precisamos tatear
as paredes e objetos para
chegar até a luz.

Tudo pode ser vencido,
mesmo que demore anos,
que passe muito tempo aos olhos da
“vida moderna e imediatista”
que não sabe esperar,
ainda assim,
quando “chegamos lá”
onde muita gente apostou
que não conseguiríamos chegar,
a satisfação é tão grande
que nos esquecemos do início,
onde acreditávamos em
“problemas”.

O verdadeiro problema
está em desacreditar
da nossa capacidade de
SUPERAÇÃO.

E superação é o mover-se
com determinação no sentido
contrário da dor,
é mover os olhos para
outra direção,
é olhar para frente,
ainda que ás lágrimas deixem
a visão meio embaçada,
é saber que
após a grande tempestade,
o sol vai se abrir,
o chão vai florir
e tudo recomeça para quem
não deixou de acreditar.

Tá com problemas?
Que bom!

“São desafios que vem
testar a sua capacidade de
vencer a própria dúvida.

Depois deles,
você será muito melhor.
Acredite em você.”

Eu acredito em você.

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 17 de Janeiro de 2.010.

Um tesouro inestimável ...

É geralmente quando
não podemos dizer mais nada
que gostaríamos de ter
dito algo mais.

E por que não dizemos
o que sentimos e esperamos sempre
para o momento seguinte?

Por que não aprendemos,
definitivamente,
que a vida é o que temos agora
e temos nas mãos o poder
de fazer dela o que queremos,
que podemos evitar os arrependimentos,
que podemos, simplesmente,
dar e receber dela o melhor
que existe?

Nós conhecemos todas as
regras do bem-viver.

Nós conhecemos todos os caminhos
que levam ao Caminho do céu
e sabemos exatamente o
que devemos fazer.

Quando alguém nos diz algo
que vai de encontro ao que
já sabíamos é que temos aquela
sensação de que apenas algo
foi acordado em nós,
mas ele estava lá,
claro como a luz do dia
e nós é que estávamos cegos.
Isso nos prova que os conhecimentos
estão todos em nós.

Não podemos mudar o mundo
se não nos mudamos.
Não podemos olhar para fora
se deixamos fechadas nossas janelas,
não podemos fazer nada
acontecer se deixamos sempre
para amanhã para fazer
isso ou aquilo.

Por que o orgulho fica maior que
o amor dentro de nós se ele
nos afasta das pessoas que mais
amamos e se ele nos impede,
a nós mesmos,
de sermos felizes?

A família é um tesouro inestimável.

E mesmo se entre pedras preciosas
encontramos pedras brutas,
elas também fazem parte do
todo da nossa história.
São nossas raízes e nossos galhos,
são as flores e frutos e são
o sangue que corre nas nossas veias.

Cortar laços de sangue
é cortar um pouco de si mesmo,
ficar aleijado de alguma forma.

As grandes pessoas são aquelas
que aprendem a passar por
cima de muros e enxergar
apenas o essencial.

Se fechamos uma porta para
alguém entrar,
essa mesma porta nos
impede de sair.
E acabamos perdendo.

Deus escolheu uma família
para enviar Seu Filho
porque sabe que o ser
humano precisa
disso para manter
seu equilíbrio.

Quaisquer que forem
as portas que estejam fechadas,
temos uma chave nas mãos.

Diminuído não é quem busca,
mas quem rejeita.

O amor é capaz de criar laços
onde já não mais existiam
e construir pontes que nos
levarão aos outros e eles a nós.

E por onde,
com toda a certeza,
Deus terá prazer em caminhar.

TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto enviado aos amigos do Grupo Mensagem de Domingo,
dia 10 de Janeiro de 2.010.